Aposta de Monteiro acerta quadra da Mega-Sena e leva prêmio de mais de R$ 1,1 mil

Uma aposta realizada em Monteiro, no Cariri paraibano, acertou quatro das seis dezenas do concurso 3045 da Mega-Sena e garantiu um prêmio de R$ 1.113,23. O sorteio foi realizado neste domingo (16).

Os números sorteados foram 23, 29, 33, 42, 43 e 57.

Ao todo, 30 apostas feitas na Paraíba acertaram a quadra. Além de Monteiro, houve ganhadores em Caaporã, Cabedelo, Cajazeiras, Campina Grande, Condado, Itabaiana, João Pessoa, Nova Floresta, Santa Rita, Sapé e Sossego.

João Pessoa concentrou o maior número de apostas premiadas no estado, com 13 ganhadores, seguida por Campina Grande, com sete, e Cabedelo, com duas. Nas demais cidades, incluindo Monteiro, houve registro de uma aposta contemplada.

Nenhuma aposta acertou as seis dezenas do concurso e, com isso, o prêmio principal acumulou. A estimativa para o próximo sorteio é de R$ 45 milhões.

Segundo a Caixa Econômica Federal, 22 apostas acertaram cinco dezenas e receberão R$ 89.393,18 cada. Outras 2.912 apostas acertaram a quadra, com prêmio individual de R$ 1.113,23.

O próximo sorteio da Mega-Sena está previsto para a noite desta terça-feira (18).

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB