Presidente do TRE-PB afirma que urnas eletrônicas são seguras e auditáveis

O presidente do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Márcio Murilo, afirmou, nesta quarta-feira (12), que o sistema eletrônico de votação brasileiro é seguro, possui várias camadas de proteção e é auditável.

Segundo Márcio Murilo, as críticas e opiniões contrárias ao sistema eleitoral fazem parte do direito de manifestação dentro de um ambiente de contraditório. No entanto, ele ressaltou que não há comprovação de fraude nas eleições brasileiras.

“O sistema é muito seguro, é muito seguro. Tem várias camadas de proteção, é auditável também, né? E está pacificado. E é um direito as pessoas falarem o que quiserem dentro de um sistema de contraditório”, afirmou o presidente do TRE-PB.

O presidente do TRE-PB afirmou ainda que não se preocupa com informações ou opiniões adversas relacionadas ao sistema eletrônico de votação e destacou o papel da Justiça Eleitoral.

“Não vejo. Não me preocupo muito com informações e contra opiniões adversas. Nós estamos cumprindo o nosso dever”, complementou Márcio.

Por fim, Márcio Murilo reforçou que, ao longo dos anos de atuação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e da Justiça Eleitoral, nunca houve comprovação de fraude no sistema.

“Em todos esses anos de TSE, de Justiça Eleitoral, nunca houve uma comprovação de fraude. Nunca houve. Então, o resultado se dá na prática”, finalizou.

Com Arapuan

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB