Secretaria de Saúde de Serra Branca inicia inscrições para o 4º grupo de tratamento contra o tabagismo

A Prefeitura de Serra Branca, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, abriu as inscrições para o 4º grupo de tratamento para pessoas que desejam parar de fumar. A iniciativa busca oferecer acompanhamento especializado e suporte multiprofissional para quem decidiu abandonar o tabagismo.

As inscrições estão abertas de 10 a 20 de agosto e podem ser realizadas na sala do eMulti, localizada na sede da Secretaria Municipal de Saúde, com atendimento das 8h às 12h, ou diretamente com o Agente Comunitário de Saúde (ACS) responsável pela área do interessado.

Durante o tratamento, os participantes passam por uma avaliação com médico especialista, que acompanha cada caso e, quando necessário, realiza a prescrição da medicação adequada. Os medicamentos receitados pelo profissional são disponibilizados pela própria Secretaria Municipal de Saúde, garantindo suporte aos participantes ao longo do processo.

Além do acompanhamento médico, o grupo conta com uma equipe multiprofissional formada por nutricionista e psicólogo, proporcionando um cuidado integral aos participantes e trabalhando diferentes aspectos envolvidos no processo de abandono do cigarro.

O tratamento tem duração aproximada de três a quatro meses, podendo variar de acordo com a evolução e as necessidades de cada participante. O objetivo é oferecer acompanhamento contínuo e individualizado, aumentando as possibilidades de sucesso na cessação do tabagismo.

A Secretaria de Saúde reforça o convite para que os moradores que desejam parar de fumar aproveitem a oportunidade e procurem a equipe para realizar a inscrição.

SECOM/PMSB

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB