Salário mínimo de 2027 tem reajuste estimado pelo governo; veja o que mudaria

O governo federal projeta elevar o salário mínimo para 1.717 reais em 2027, conforme estimativa apresentada no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) encaminhado ao Congresso Nacional em abril. Se a previsão for confirmada, o piso nacional subirá 96 reais em relação aos atuais 1.621 reais, o que representa um reajuste nominal de 5,92%.

A estimativa, no entanto, ainda poderá ser alterada. O valor definitivo depende da inflação acumulada até novembro de 2026, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), além dos demais parâmetros previstos na legislação. Após a divulgação do índice pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o governo editará o decreto que oficializará o novo salário mínimo, válido a partir de 1º de janeiro de 2027.

Segundo o Ministério do Planejamento e Orçamento, a projeção considera um ganho real de 2,5%, portanto acima da inflação, preservando a política de valorização do piso nacional e ampliando o poder de compra dos trabalhadores que recebem o salário mínimo.

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Duas pessoas foram presas em flagrante nesta quinta-feira (6) durante a Operação Ibiatinga, deflagrada pela Polícia Civil da Paraíba no município de Serra Branca, no Cariri paraibano. A ação teve como alvo uma organização criminosa investigada por tráfico de drogas, posse ilegal de armas e outros crimes.

De acordo com a Polícia Civil, um dos suspeitos foi autuado por tráfico de drogas, após a apreensão de entorpecentes e materiais utilizados na comercialização ilícita. O segundo investigado foi preso por posse ilegal de arma de fogo e munições.

Ao todo, a operação cumpriu 13 mandados de busca e apreensão em imóveis ligados aos investigados.

Durante as diligências, os policiais também recolheram aparelhos eletrônicos, munições, drogas e outros materiais que serão submetidos à perícia e utilizados no aprofundamento das investigações.

Segundo a corporação, a investigação foi conduzida pelo Grupo Tático Especial (GTE) de Monteiro e identificou a atuação de uma associação criminosa envolvida com o tráfico de entorpecentes, circulação clandestina de armas, intimidação de moradores e ocultação de foragidos da Justiça.

As investigações apontam que o grupo possuía divisão de funções entre os integrantes, incluindo liderança, gerenciamento de pontos de venda de drogas, logística, distribuição de entorpecentes e armazenamento de armas.

A Polícia Civil informou que as investigações continuam para identificar outros integrantes da organização criminosa e ampliar a responsabilização dos envolvidos.