Cidade no Sertão da Paraíba registra mais de 200 mortes de animais com suspeita de envenenamento

Crime ambiental e mortes de animais em série. O município de Teixeira, no Sertão da Paraíba, registrou mais de 200 mortes de cães e gatos desde o início de maio, segundo a Secretaria Municipal de Meio Ambiente.

Há suspeita de que os animais tenham sido envenenados. Os casos são denunciados por protetores de animais e estão sendo investigados pela Polícia Civil.

No final de junho, o caso em Teixeira já envolvia mais de 100 animais mortos. Pouco mais de um mês depois, o número duplicou. De acordo com o secretário de Meio Ambiente de Teixeira, Francisco Carlos, há suspeita de que os animais tenham sido envenenados.

Para Yasmim Nunes, integrante do Projeto Vira-Lata Vira Amor, houve um aumento no número de mortes de animais em Teixeira. Segundo ela, ainda não há respostas sobre quem seria responsável pelos casos.

Segundo Yasmim, a suspeita dos protetores é de que os animais tenham sido envenenados após ingerirem alimentos contaminados.

Exames nos animais mortos foram realizados e os resultados estão sendo analisados pela Polícia Civil.

De Olho no Cariri

PB Agora

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Duas pessoas foram presas em flagrante nesta quinta-feira (6) durante a Operação Ibiatinga, deflagrada pela Polícia Civil da Paraíba no município de Serra Branca, no Cariri paraibano. A ação teve como alvo uma organização criminosa investigada por tráfico de drogas, posse ilegal de armas e outros crimes.

De acordo com a Polícia Civil, um dos suspeitos foi autuado por tráfico de drogas, após a apreensão de entorpecentes e materiais utilizados na comercialização ilícita. O segundo investigado foi preso por posse ilegal de arma de fogo e munições.

Ao todo, a operação cumpriu 13 mandados de busca e apreensão em imóveis ligados aos investigados.

Durante as diligências, os policiais também recolheram aparelhos eletrônicos, munições, drogas e outros materiais que serão submetidos à perícia e utilizados no aprofundamento das investigações.

Segundo a corporação, a investigação foi conduzida pelo Grupo Tático Especial (GTE) de Monteiro e identificou a atuação de uma associação criminosa envolvida com o tráfico de entorpecentes, circulação clandestina de armas, intimidação de moradores e ocultação de foragidos da Justiça.

As investigações apontam que o grupo possuía divisão de funções entre os integrantes, incluindo liderança, gerenciamento de pontos de venda de drogas, logística, distribuição de entorpecentes e armazenamento de armas.

A Polícia Civil informou que as investigações continuam para identificar outros integrantes da organização criminosa e ampliar a responsabilização dos envolvidos.