Progressistas lança Lucas Ribeiro como candidato ao governo da Paraíba em convenção na capital do estado

O Partido Progressistas (PP) confirmou a candidatura de Lucas Ribeiro ao governo do estado da Paraíba. A decisão foi oficializada durante convenção em conjunto com o PSB e também com o Republicanos, realizada na noite desta quarta-feira (5), em João Pessoa.

Durante a convenção, não foi oficializado o candidato a vice-governador. O prazo para o registro das candidaturas é até 15 de agosto. Para as convenções partidárias, o prazo era justamente esta quinta-feira.

Outras candidaturas aprovadas na convenção:

  • João Azevêdo (PSB) – Candidato ao Senado Federal;
  • Nabor Wanderley (Republicanos) – Candidato ao Senado Federal.

“A Paraíba se acostumou a andar para a frente e, nós, estamos de mãos dadas com o futuro. Eu sempre aprendi que pra gente servir melhor as pessoas, a gente tem que continuar aprendendo. Foi assim na minha formação na advocacia, foi assim no meu mestrado, foi assim no meu doutorado, tem sido assim, foi assim em Campina Grande, como vereador, secretário, vice-prefeito, vice-governador e agora como governador. Porque, quem aprende mais, faz melhor. E quem faz melhor é a gente aqui. Nós não somos promessas”, disse o candidato a governador durante a convenção.

Calendário de convenções

As convenções são os eventos em que os filiados dos partidos se reúnem para escolher os candidatos nas eleições. A data limite é 5 de agosto.

Na sequência, os nomes devem ser registrados no Tribunal Superior (TSE) até o dia 15 de agosto. A campanha eleitoral começa oficialmente no dia seguinte.

Nas eleições deste ano, em 4 de outubro, os brasileiros vão votar para:

  • presidente;
  • governador;
  • Senado (duas vagas por estado);
  • deputado federal;
  • deputado estadual.

Trajetória de Lucas Ribeiro

Natural da cidade de Campina Grande e parte de uma família tradicional na política paraibana, Lucas Ribeiro iniciou a trajetória na vida pública como vereador de Campina Grande durante os anos de 2017 e 2020, mas deixou a função para assumir um cargo na prefeitura da cidade como Secretário Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação.

Depois disso, entre 2020 e 2022, ele assumiu a chapa para ser o vice-prefeito de Campina Grande, com Bruno Cunha Lima. Lucas Ribeiro é filho de Daniella Ribeiro, atual senadora pela Paraíba, e sobrinho de Aguinaldo Ribeiro, deputado federal na Câmara dos Deputados.

O governador é bacharel em Direito pela Unifacisa, em Campina Grande, em 2013, e Mestre em Desenvolvimento Regional, em 2020, pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB).

Em 2022, Lucas Ribeiro foi anunciado como candidato ao cargo de vice-governador do estado na chapa com o então governador e candidato a reeleição, João Azevêdo. Ambos ganharam as eleições à época com 1.221.904 votos, que correspondem a 52,51% da votação naquele ano.

No ano passado, o então vice-governador foi anunciado como pré-candidato ao governo da Paraíba para as Eleições 2026. Ele assumiu como governador da Paraíba após a renúncia de João Azevêdo. Ele vai concorrer ao cargo como reeleição, ou seja, o período em que ele passar como governador vai contar como um primeiro mandato.

Com G1 Paraíba

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB