Sistema do TSE registra primeiras candidaturas na Paraíba

Os primeiros registros de candidatura para a Eleição 2026 na Paraíba já começam a aparecer no sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta quinta-feira (30). Até o momento da publicação desta matéria, 11 candidatos ao cargo de deputado federal já constam no sistema e estão com seus dados disponíveis aos eleitores, como nome de urna e número, foto, dados pessoais e declaração de bens.

Os estreantes do Divulgacand, o sistema de registro de candidaturas do TSE, na Paraíba são os candidatos do Podemos. São quatro mulheres e sete homens compondo a nominata do partido.

Dentre os postulantes ao cargo estão os dois deputados federais Romero Rodrigues e Ruy Carneiro, que buscam reeleição, e outros nomes já conhecidos, como Silvia da Pesca, Léo Gadelha, Sandra Marrocos, Sara Cabral, Amanda CSI e Jacó Maciel.

A convenção do Podemos aconteceu no dia 24 de julho e oficializou as candidaturas para deputado federal pela legenda. O partido ainda decidiu integrar a chapa majoritária comandada pelo Progressistas, de Lucas Ribeiro.

O prazo para o registro de candidaturas começa a contar a partir da realização da convenção partidária. Neste ano de 2026, o prazo final para convenções acontece no dia 5 de agosto. Já a data limite para o registro de candidaturas está formalizada para o dia 15 de agosto, de acordo com o calendário eleitoral.

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1