Barra de São Miguel se prepara para viver a 16ª edição do Barra Bode a partir desta quinta-feira

A cidade de Barra de São Miguel, já está em clima de festa para receber a 16ª edição do Barra Bode, um dos maiores eventos de caprinovinocultura, cultura e turismo do Cariri paraibano. A programação terá início nesta quinta-feira (30) e seguirá até o domingo (2 de agosto), reunindo milhares de visitantes em quatro dias de tradição, gastronomia, negócios, exposições, cultura popular e grandes atrações musicais.

Consolidado no calendário de eventos da Paraíba, o Barra Bode movimenta a economia local, fortalece a cadeia da caprinovinocultura e valoriza os produtores rurais, artesãos, comerciantes e empreendedores da região. Além disso, o evento proporciona uma programação diversificada para todas as idades.

Entre os destaques estão a exposição de animais, torneios e julgamentos, palestras técnicas, feira de negócios, praça de alimentação, apresentações culturais, Beco da Poesia, Central do Turismo, espaços dedicados ao artesanato e aos produtos da agricultura familiar, além de shows em praça pública com grandes nomes da música.

A estrutura do evento já está sendo finalizada para receber o público com conforto e segurança. Equipes da Prefeitura trabalham nos últimos ajustes para garantir uma grande edição da festa, que se tornou referência no estado pela organização e pela valorização da identidade cultural do município.

Segundo a organização, a expectativa é de mais uma edição de sucesso, com visitantes de diversas cidades da Paraíba e de estados vizinhos, fortalecendo o turismo e impulsionando a economia de Barra de São Miguel durante o período da festa.

O Barra Bode é promovido pela Prefeitura Municipal de Barra de São Miguel e reafirma, ano após ano, seu compromisso com o desenvolvimento da caprinovinocultura, a preservação das tradições nordestinas e o incentivo à cultura, consolidando-se como um dos eventos mais importantes do interior paraibano.

Confira a programação completa através do link: https://www.instagram.com/p/DbVhvydlu0V/?img_index=1  no perfil do instagram, @barrabodeoficial.

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB