Hugo Motta descarta esposa na vice de Lucas Ribeiro e trata especulação como maldosa


O deputado federal e presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), negou neste domingo (26/07) as especulações que movimentam as manchetes da imprensa paraibana em torno da possibilidade da esposa, Luana Motta, passar a integrar a chapa majoritária na condição de vice do governador Lucas Ribeiro (PP).

“Só especulação maldosa de quem quer criar cizânia”, afirmou.

As especulações ganharam força nos últimos dias após Luana Motta aparecer pela primeira vez em um vídeo nas redes sociais apresentando a padaria artesanal de Patos, projeto implantado por meio de uma articulação com a ex-vice-governadora Lígia Feliciano e a Secretaria de Desenvolvimento Social e Habitação do município. O conteúdo foi interpretado como uma forma dela apresentar-se ao público por meio de um vídeo em tom institucional.

A publicação gerou comentários nos bastidores políticos sobre uma possível indicação de Luana para a vaga de vice na chapa de Lucas Ribeiro, principalmente por ocorrer às vésperas da convenção conjunta do Progressistas, Republicanos e PSB, marcada para o próximo dia 5 de agosto.

O ex-prefeito de Patos e pré-candidato ao Senado, Nabor Wanderley (Republicanos), também minimizou as especulações e afirmou que, até o momento, não houve discussão formal sobre a composição da chapa majoritária. De acordo com ele, a definição do nome para a vice-governadoria deverá ocorrer a partir de um entendimento entre as legendas aliadas.

“Por enquanto é muita especulação. O mais importante é a unidade que nós estamos construindo, a unidade que existe na chapa. Claro que os partidos da base vão sentar, apresentar os nomes e escolher aquele que mais agrega, que mais soma e que mais contribua com a gestão para ajudar Lucas a dar continuidade a esse projeto implementado por João Azevêdo, que transformou a Paraíba em todas as regiões”, declarou.

Com Portal da Capital

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1