Prefeito de Sumé assina convênio para construção do Matadouro Público

A Prefeitura Municipal de Sumé deu um grande passo nesta quarta-feira (22) para atender uma demanda antiga do município na construção de um novo Matadouro Público.

O prefeito Manezinho Lourenço assinou o Termo de Convênio firmado com a Secretaria Estadual de Planejamento Orçamento e Gestão (SEPLAG). A assinatura aconteceu em Sumé, no gabinete do prefeito e contou com a presença do secretário de Obras, Vicente Lourenço e os vereadores: Jeffeson Menezes, Jane Isa, Fernando Lourenço, Dida Alves, Zé Antônio, Branco Xiliu e Ruan Pereira.

O Matadouro de Sumé foi interditado pela Justiça no ano de 2020. Devido às condições precárias do local, impróprio para continuação de suas atividades. Agora, com a nova construção, a obra beneficiará diretamente os marchantes do município, que hoje se deslocam para o município de Serra Branca para as atividades do abate de animais.

Desde que assumiu o governo, em janeiro de 2025, o prefeito Manezinho Lourenço, vinha lutando para conseguir recursos para um novo matadouro público. Feito que se concretizou com o Governo do Estado, por meio do deputado estadual Lindolfo Pires, que assumiu as tratativas com o prefeito junto ao Estado.

O novo matadouro ficará na localidade Junco, próximo ao sítio Pinhões, às margens da Rodovia Estadual PB-214 (Estrada para o Congo). Está orçada num investimento total de R$ 3.259.701,39 (três milhões, duzentos e cinquenta e nove mil, setecentos e um reais e trinta e nove centavos), correndo as despesas à conta do Fundo de Desenvolvimento do Estado. Deste valor total, aproximadamente R$ 98 mil será dada em contrapartida da Prefeitura de Sumé.

O secretário de Obras e de Agricultura, Vicente Lourenço, destacou o pacote de obras da gestão que vem sendo executado nos últimos dias. “Há uma semana estávamos aqui dando uma ordem de serviço para obras de calçamento, está em andamento o complexo esportivo no bairro Mandacaru, a reforma do Estádio O Jacintão, do Parque de Exposição, está chegando o asfaltamento via Codevasf, e hoje para a nossa satisfação, essa obra tão esperada, que vai beneficiar o pequeno e médio produtor, o açougueiro, o comerciante, toda a comunidade sai ganhando”, destacou Vicente.

O prefeito Manezinho Lourenço, destacou a luta para concretizar esta obra. “A gente deu muitas idas a João Pessoa em busca deste recurso, de licenças e outras documentações necessárias. Agradeço ao deputado Lindolfo Pires que tem sido um grande parceiro de Sumé e junto conosco vem viabilizando liberações de recursos junto ao Governo do Estado para o nosso município, assim como à Câmara de Vereadores que traz as demandas da população e a gente busca atender”, declarou Manezinho, que também enfatizou, que ele como pecuarista e conhecedor da área agrícola, tem trabalhado constantemente pelas melhorias de vida dos agricultores sumeenses.

A obra está prevista para iniciar em novembro com término em outubro de 2027. O novo prédio vai trazer instalações modernas e adequadas, atendendo à demanda local e regional da pecuária bovina, caprina, ovina e suína, com manejo humanitário, inspeção veterinária, atendendo às normas sanitárias, ambientais e de saúde pública, garantindo higiene, segurança alimentar e qualidade da carne ofertada à população.

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB