Serra Branca só empata com o Uberlândia fora de casa e não se classifica para as oitavas de final da Série D

O Serra Branca encerrou neste domingo (12) sua participação na Série D do Campeonato Brasileiro. Jogando no Parque do Sabiá, em Uberlândia (MG), a equipe paraibana empatou em 2 a 2 com os donos da casa, mas acabou eliminada da competição, já que havia sido derrotada por 1 a 0 no jogo de ida, em Campina Grande.

Precisando reverter a desvantagem, o Carcará viu os donos da casa abrirem dois gols de vantagem ainda no primeiro tempo. Marquinho Calazans e Tomas Bastos balançaram as redes e deixaram o Uberlândia em situação confortável na disputa.

Na etapa final, o Serra Branca reagiu e buscou o empate. Diego Ceará diminuiu a diferença e, já com Bruno Oliveira em campo, o time paraibano chegou ao empate por 2 a 2, pressionando nos minutos finais em busca do gol que levaria a decisão para os pênaltis. Apesar da reação, o placar não foi suficiente para evitar a eliminação.

Com o resultado, o Serra Branca encerra sua campanha de forma invicta como visitante na competição, mas sem conseguir avançar à próxima fase. Já o Uberlândia garantiu a classificação para as oitavas de final da Série D, onde enfrentará a Portuguesa.

Apesar da eliminação, o clube paraibano assegurou presença na Série D de 2027, resultado da campanha construída ao longo da atual edição do campeonato.

Com PB Agora

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB