Prefeito Dr. Júnior acompanha implantação do gramado e amplia estrutura esportiva de Ouro Velho

A Prefeitura de Ouro Velho iniciou uma nova etapa das obras de modernização do estádio municipal, com a implantação do gramado e a instalação de um sistema de irrigação. A iniciativa integra o conjunto de investimentos realizados pela gestão do prefeito Dr. Júnior para fortalecer o esporte e melhorar os espaços destinados aos atletas e à população.

Com a execução do projeto, o campo de futebol passará a contar com uma estrutura mais adequada para treinamentos, campeonatos e outras atividades esportivas. O sistema de irrigação contribuirá para a conservação do gramado, garantindo melhores condições de uso e maior durabilidade.

Segundo o prefeito Dr. Júnior, a obra representa um avanço importante para o município e reafirma o compromisso da administração com o incentivo ao esporte, especialmente entre crianças, jovens e equipes locais.

“Estamos realizando um sonho antigo dos desportistas de Ouro Velho. A implantação do gramado, acompanhada de um sistema moderno de irrigação, vai proporcionar mais qualidade, segurança e dignidade para os nossos atletas. Esse investimento demonstra que a nossa gestão acredita no esporte como instrumento de inclusão, saúde, lazer e transformação social”, afirmou o prefeito.

A melhoria do estádio também deverá ampliar as possibilidades de realização de competições municipais e regionais, além de favorecer o desenvolvimento do futebol local. A expectativa é que o novo espaço estimule a formação de atletas, fortaleça as equipes da cidade e promova momentos de integração entre os moradores.

O investimento ganha ainda mais importância diante da história esportiva de Ouro Velho. O município já participou do Campeonato Paraibano de Futebol, mas, na ocasião, precisou realizar suas partidas na cidade de Monteiro por não contar com um campo gramado em condições de receber jogos oficiais.

Com a atual obra, Ouro Velho avança na construção de uma estrutura esportiva mais moderna e preparada, criando novas perspectivas para o retorno a competições e para a realização de grandes eventos esportivos no município.

De Olho no Cariri

Com Cariri em Ação

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB