João Azevêdo destaca presença do governo nos municípios e diz que gestão foi construída com “time inteiro”

O ex-governador da Paraíba e pré-candidato ao Senado, João Azevêdo (PSB), afirmou que a presença do Governo do Estado nos 223 municípios foi resultado de uma gestão voltada para entregas e ações concretas. A declaração foi dada nesta quinta-feira (9), durante agenda pelo Sertão paraibano, com passagem por São Domingos, Aparecida, São Francisco, Santa Cruz e Sousa.

Em São Domingos, primeira parada do roteiro, João Azevêdo foi recebido pela prefeita Adeilza Soares (PSB) e pelo ex-prefeito Cigano Nóbrega, além de lideranças políticas e moradores. O ex-governador participou de encontros com a população e recebeu manifestações de apoio de representantes locais que destacaram investimentos realizados durante sua administração.

Durante a agenda, João afirmou que a atuação do governo estadual buscou atender às demandas apresentadas pela população e atribuiu os resultados ao trabalho coletivo da equipe administrativa. “Na verdade, a presença do Governo é muito forte nos 223 municípios, porque conseguimos atuar na direção daquilo que a população espera: entregas e ações concretas”, declarou em entrevista ao comunicador Fábio Kamoto.

Segundo o ex-governador, a capacidade de ouvir as necessidades dos municípios foi um dos pilares da gestão. “Nós tivemos essa capacidade, e isso me dá muita satisfação, de perceber que o nosso governo conseguiu ouvir a população e responder às suas demandas. É para isso que qualquer população elege um prefeito ou um governador: para trabalhar e buscar soluções para as necessidades das pessoas”, disse.

João Azevêdo também ressaltou a importância da formação da equipe de governo para a execução das políticas públicas. “Eu não fiz nada sozinho; isso é fruto de um time inteiro de governo que conseguiu construir essa resposta e entregar resultados”, afirmou o presidente estadual do PSB, ao defender a continuidade das parcerias com os municípios.

A movimentação acontece durante a pré-campanha para as eleições de 4 de outubro. João deixou o comando do Governo da Paraíba em abril deste ano para disputar uma vaga no Senado Federal, após dois mandatos à frente do Executivo estadual. Com a saída, o vice-governador Lucas Ribeiro (PP) assumiu a gestão e passou a conduzir o governo enquanto se prepara para disputar a reeleição.

Com Fonte83

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB