Mãe denuncia falta de medicamentos na Farmácia Básica da Prefeitura de Juazeirinho

O descaso com a saúde na atual gestão Municipal de Juazeirinho é algo nunca antes visto na história recente. Populares reclamam que falta praticamente de tudo e um exame quase ninguém consegue.

Uma mulher identificada como Ana Flávia, indignada por já ter ido diversas vezes na Farmácia Básica em busca de medicamento para a sua filha e não encontrar, gravou um vídeo neste domingo (5) e postou em sua rede social no Instagram em tom de desabafo.

Ela pede à prefeita, Anna Virgínia Matias (Republicanos) que tome as providências e olhe com maia carinho e atenção para a situação das famílias carentes. 

Veja o vídeo AQUI.

UBSF do sítio Mendonça fechada

Tanto na cidade quanto na zona rural, a saúde segue sendo o calcanhar de Aquiles da população que busca atendimento e não encontra.

No Mendonça, comunidade rural bastante habitada no setor oeste do município, a Prefeitura fechou a Unidade Básica Saúde da Família (UBSF) há cerca de dois meses para fazer uma reforma.

No entanto, até o momento, sequer uma mão de cal foi dada no posto de saúde e não há nenhuma previsão de reabertura.

Enquanto isso, os moradores que precisam de atendimento, são obrigados a se deslocarem para o Distrito Industrial da Barra, que fica distante alguns quilômetros.

Ou seja, a saúde de Juazeirinho está, literalmente, na UTI.

De olho no Cariri

Com Heleno Lima

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB