Hospital Geral de Serra Branca passa a oferecer serviço de fisioterapia para pacientes internados

O Hospital de Serra Branca deu um importante passo na ampliação dos serviços oferecidos à população. A unidade passou a contar, a partir desta semana, com atendimento de fisioterapia para pacientes internados, disponibilizando tanto a fisioterapia respiratória quanto a fisioterapia motora.

De acordo com a diretora do hospital, Ingrid Vilar, a implantação do serviço representa um novo momento para a unidade de saúde, que até então não oferecia esse tipo de assistência aos pacientes internados.

Segundo ela, a atuação dos fisioterapeutas será fundamental para fortalecer a recuperação dos pacientes, contribuindo para a melhoria da qualidade do atendimento, a redução do tempo de internação e uma assistência mais humanizada durante o período de permanência no hospital.

“Hoje, o Hospital de Serra Branca inicia um novo tempo. O serviço de fisioterapia, que antes não existia, passa a fazer parte da nossa rotina, oferecendo aos pacientes internados tanto a fisioterapia respiratória quanto a motora. Esses profissionais são de suma importância para melhorar a qualidade de vida dos pacientes, qualificar o atendimento e reduzir o tempo de internação”, destacou a diretora.

Com a novidade, o Hospital de Serra Branca amplia sua estrutura assistencial e reforça o compromisso de oferecer um atendimento cada vez mais completo e eficiente aos usuários do sistema de saúde da região.

De Olho no Cariri

Paraíba Mix

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB