Brasil vira nos acréscimos, vence o Japão e avança para as oitavas da Copa do Mundo 2026

Com muita emoção e de virada, o Brasil venceu o Japão por 2 a 1 em Houston, nos Estados Unidos, e ficou com a vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo 2026. Sano abriu o placar, Casemiro empatou de cabeça e Martinelli virou já nos acréscimos do segundo tempo.

Agora, a Seleção Brasileira volta a entrar em campo no domingo (5), às 17h (Brasília), em Nova Jersey (EUA), contra o vencedor de Noruega x Costa do Marfim. O adversário será definido nesta terça-feira (30), às 14h, em partida pelas 16 avos de final.

Como foi o jogo?

Em um primeiro tempo lento, o Brasil saiu atrás do placar no Estádio de Houston, nos Estados Unidos. Aos 28 minutos, Danilo errou um passe no meio de campo e a bola ficou com Sano. O camisa 24 do Japão arrancou em direção ao ataque, passou pela marcação e bateu no canto para abrir o placar.

Sem criatividade diante de uma defesa bem organizada, a Seleção Brasileira foi para o intervalo em desvantagem. Endrick, porém, nem chegou a ir ao vestiário. O atacante permaneceu aquecendo no gramado e voltou para o segundo tempo na vaga de Lucas Paquetá, que sentiu a coxa.

A postura da equipe mudou na etapa final. Mais ofensivo, o Brasil criou boas oportunidades nos primeiros minutos, com Bruno Guimarães e Casemiro. Aos 9 minutos, Vinícius Júnior tocou para Gabriel Magalhães, que escorou de cabeça para Casemiro. O camisa 5 subiu mais alto que a defesa japonesa e cabeceou para empatar a partida.

No lance seguinte, Vini Jr. quase fez um golaço. O camisa 7 do Brasil aplicou uma caneta em cima do zagueiro japonês, deixou a defesa para trás e tocou de bico no outro canto do goleiro. Suzuki conseguiu desviar, a bola bateu na trave e saiu pela linha de fundo.

Mas a emoção ficou para os minutos finais. Já nos acréscimos, Rayan roubou a bola no campo de ataque e tocou para Bruno Guimarães na entrada da área. O camisa 8, em vez de finalizar, preferiu servir Gabriel Martinelli. O atacante dominou com o pé esquerdo, ajeitou para o direito e bateu firme no canto para decretar a virada e confirmar a classificação do Brasil às oitavas de final.

De Olho no Cariri

Com CBN

Foto: Marcelo Machado de Melo/Fotoarena/Agência O Globo

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB