Prefeito Felício Queiroz participa da posse de Padre Cristino em Gurjão e agradece pelos serviços prestados a São José dos Cordeiros

O prefeito de São José dos Cordeiros, Felício Queiroz, participou da posse canônica do Padre Manoel Cristino como novo pároco da Paróquia de São Sebastião, no município de Gurjão, em uma celebração marcada pela fé, emoção e renovação da missão pastoral.

Durante o momento solene, Felício destacou a importância do trabalho desenvolvido pelo sacerdote ao longo dos últimos anos em São José dos Cordeiros, ressaltando a dedicação, o compromisso com a evangelização e a proximidade com a comunidade cordeirense.

“Hoje tive a alegria de participar da posse canônica do Padre Cristino como novo pároco da Paróquia de São Sebastião, em Gurjão. Foi um momento de muita fé, gratidão e renovação da missão pastoral. Em nome da gestão municipal de São José dos Cordeiros, mas também como fiel católico e devoto, quero expressar minha mais sincera gratidão ao Padre Cristino por todo o trabalho brilhante, dedicado e transformador realizado em nosso município ao longo dos últimos anos”, destacou o prefeito.

Felício também enfatizou o legado deixado pelo sacerdote na cidade, especialmente pelo cuidado com as famílias, pela presença constante junto à população e pelo exemplo de fé e serviço.

“Seu compromisso com a evangelização, o cuidado com as famílias, a proximidade com a comunidade e o exemplo de fé deixarão um legado marcante em São José dos Cordeiros. Somos profundamente agradecidos por sua dedicação, carinho e serviço pastoral”, afirmou.

Ao desejar sucesso na nova missão em Gurjão, o prefeito reforçou os votos de bênçãos e proteção divina ao sacerdote. “Que Deus e São Sebastião abençoem esta nova caminhada em Gurjão, concedendo-lhe sabedoria, saúde e muitas graças para continuar levando a Palavra de Deus e servindo ao povo com o mesmo amor e zelo. Muito obrigado por tudo, Padre Cristino! Desejo muito sucesso, uma missão abençoada e que Nossa Senhora siga sempre intercedendo por sua vida e vocação”, concluiu Felício Queiroz.

A posse canônica reuniu fiéis, autoridades e representantes de diversas comunidades da região, marcando oficialmente o início da nova missão pastoral do Padre Cristino à frente da Paróquia de São Sebastião, em Gurjão.

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB