Polícia Militar prende motorista por embriaguez ao volante em São João do Cariri

Policiais militares do 11º Batalhão realizaram, nesta quinta-feira, 25 de junho, a prisão em flagrante de um indivíduo pelo crime de embriaguez ao volante no município de São João do Cariri, na região do Cariri.

De acordo com as informações divulgadas pela corporação, o condutor trafegava pela rodovia BR-412 na contramão, colocando em risco a segurança dos demais usuários da rodovia.

A ocorrência foi percebida por policiais militares que estavam de folga e retornavam para suas residências após atuarem no policiamento de um evento festivo. Ao presenciarem a condução perigosa do veículo, os militares realizaram a abordagem e constataram indícios de embriaguez por parte do motorista.

Durante o atendimento da ocorrência, também foi verificado que o veículo conduzido pelo acusado havia se envolvido em um choque lateral, causando danos a outro automóvel.

A vítima e o suspeito foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil, onde foram adotados os procedimentos cabíveis. O caso foi registrado como prisão em flagrante por embriaguez ao volante.

De Olho no Cariri

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB