Previsão aponta clima frio, céu nublado e possibilidade de chuva isolada durante os festejos juninos na região do Cariri

O clima típico de São João deve marcar presença no Cariri paraibano durante a véspera e o dia de São João. De acordo com a previsão meteorológica para o período junino, a região deve registrar temperaturas mais amenas, variação de nuvens e possibilidade de chuvas isoladas entre esta terça-feira (23) e quarta-feira (24).

Segundo dados da Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa), o Cariri/Curimataú deve ter temperaturas dentro da média para esta época do ano, com mínima podendo chegar aos 18ºC e máxima em torno dos 27ºC, garantindo aquele tradicional friozinho que combina com fogueira, comidas típicas e muito forró.

Mesmo com a presença de nuvens e possibilidade de chuvas rápidas em alguns municípios, a expectativa é de que moradores e visitantes possam aproveitar normalmente as programações juninas espalhadas pelas cidades caririzeiras.

A previsão reforça o cenário tradicional do São João no interior da Paraíba: noites mais frias, clima agradável e muita animação nas festas que movimentam a cultura e a economia da região.

 Cariri/Curimataú

• Temperatura mínima: 18ºC
• Temperatura máxima: 27ºC
• Previsão: variação de nuvens e possibilidade de chuva isolada

O São João no Cariri segue com grandes atrações, reunindo tradição, cultura nordestina e o verdadeiro clima junino.

De Olho no Cariri

Com Cariri em Ação

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB