São João 2026 na Paraíba: veja previsão do tempo para esta terça-feira

A Paraíba deve ter variação de nebulosidade e possibilidade de chuvas isoladas durante a véspera e o dia de São João, entre a terça-feira (23) e a quarta-feira (24), segundo previsão meteorológica para o período junino.

De acordo com dados da Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa), a previsão aponta temperaturas dentro da média para o período junino, com chance de chuva principalmente no Litoral e no Agreste.

No Litoral, a terça-feira (23) deve ser parcialmente nublada, com chuva e possibilidade de precipitações isoladas à noite. A temperatura mínima prevista é de 24ºC, com máxima de 28ºC.

Já no Agreste, região do Maior São João do Mundo, em Campina Grande, a temperatura mínima prevista é de 21ºC, com máxima de 28ºC, parcialmente nublado com chuva. Nas demais regiões do estado, a previsão é a seguinte:

  • Brejo: mínima de 21ºC e máxima de 28ºC
  • Cariri/Curimataú: mínima de 18ºC e máxima de 27ºC
  • Sertão: mínima de 22ºC e máxima de 32ºC
  • Alto Sertão: mínima de 19ºC e máxima de 33ºC

João Pessoa e Campina Grande

Terça-feira (23)

Em João Pessoa, a previsão é de sol com muitas nuvens pela manhã e à noite. A temperatura varia entre 22ºC e 29ºC.

Em Campina Grande, o dia deve ter sol com muitas nuvens pela manhã e à noite. A temperatura varia entre 19ºC e 29ºC.

Quarta-feira (24)

Em João Pessoa, a previsão é de muitas nuvens, com chuva isolada pela manhã. A temperatura varia entre 23ºC e 31ºC.

Em Campina Grande, a previsão é de muitas nuvens, com possibilidade de chuva isolada. A temperatura varia entre 18ºC e 31ºC.

Com Jornal da Paraíba

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB