Prefeito Manezinho assina ordem de serviço para reforma de refeitório da Escola Zélia Braz

O prefeito de Sumé, Manezinho Lourenço, deu mais um importante passo na melhoria da infraestrutura da educação do município ao assinar esta semana, a ordem de serviço para a construção do novo refeitório da Escola Municipal Zélia Braz.

A iniciativa tem como objetivo garantir mais conforto, segurança e qualidade no momento das refeições dos estudantes, além de proporcionar um ambiente adequado para a promoção de hábitos alimentares saudáveis. O novo espaço será estruturado para atender a demanda da unidade escolar, contribuindo diretamente para o bem-estar dos alunos e servidores.

Durante o ato de assinatura, o prefeito estacou o compromisso da gestão com a educação do município. “Investir em educação também é cuidar da estrutura das nossas escolas, oferecendo dignidade e melhores condições para nossos alunos aprenderem e se desenvolverem”, afirmou.

A obra será executada com recursos do Fundeb/VAAT, no valor de pouco mais de R$ 1 milhão, pela empresa Construtora Alves e Conserva.

A secretária municipal de Educação, Denise Sousa, também ressaltou a importância do novo refeitório para a comunidade escolar. “Esse é um avanço significativo, pois impacta diretamente na rotina dos estudantes, garantindo um espaço mais adequado para a alimentação e convivência”, pontuou.

Com a assinatura da ordem de serviço, a gestão municipal reforça seu compromisso com a valorização da educação e com a melhoria contínua dos espaços escolares.

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB