Polícia incinera duas toneladas de drogas apreendidas em João Pessoa e Campina Grande

A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (DRACO), da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACO) e da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), realizou, nessa terça-feira (16), a incineração de todo o material entorpecente apreendido nos últimos seis meses nas cidades de João Pessoa e Campina Grande, totalizando aproximadamente duas toneladas de drogas.

A ação contou com a participação e fiscalização do Ministério Público da Paraíba e da Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa), garantindo o cumprimento dos procedimentos legais para a destruição dos entorpecentes apreendidos durante as ações de combate ao tráfico de drogas e ao crime organizado.

Ao todo, foram incineradas aproximadamente duas toneladas de entorpecentes, entre maconha, cocaína, crack, haxixe, comprimidos psicotrópicos e anabolizantes. O material destruído é resultado das diversas operações e investigações realizadas pela Polícia Civil da Paraíba, que atuam de forma contínua no enfrentamento às organizações criminosas e ao tráfico de entorpecentes no Estado.

A expressiva quantidade de drogas eliminada representa mais um resultado do trabalho integrado das forças de segurança e reforça o compromisso da Polícia Civil da Paraíba com a retirada de entorpecentes de circulação, contribuindo para a redução da criminalidade e para a promoção da segurança e qualidade de vida da população.

Com MaisPB

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB