Veículo da Saúde de Serra Branca se envolve em acidente com animal solto na pista

Um veículo do transporte da Saúde de Serra Branca que seguia para João Pessoa na madrugada desta terça-feira se envolveu em um acidente após um animal solto na pista atravessar repentinamente a rodovia. O caso aconteceu próximo ao distrito de Catolé de Boa Vista.

De acordo com informações do Setor de Transporte da Saúde, o fato aconteceu por volta das 3h da manhã. No veículo estavam seis pacientes, além do motorista, que se deslocavam para atendimentos e consultas na capital paraibana.

Apesar do susto, ninguém ficou ferido. Segundo a nota divulgada pelo setor, o motorista agiu com prudência e rapidez, conseguindo evitar consequências mais graves. O acidente resultou apenas em danos materiais ao veículo.Após receberem toda a assistência necessária, os pacientes seguiram viagem e conseguiram realizar seus atendimentos normalmente.

O caso volta a chamar atenção para os riscos causados pela presença de animais soltos nas rodovias, situação que representa perigo para motoristas, passageiros e demais usuários das estradas.

Em nota, o Setor de Transporte da Saúde destacou a importância da intensificação da fiscalização e da responsabilização dos proprietários de animais, com o objetivo de prevenir novos acidentes e preservar vidas.

Por fim, o setor agradeceu pelo fato de todos os ocupantes terem saído ilesos e reafirmou o compromisso de continuar prestando o serviço com responsabilidade e dedicação à população.

DE OLHO NO CARIRI

Com Paraíba Mix

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB