Dr. Romualdo entrega R$ 170 mil para entidades produtivas em Monteiro e São Domingos do Cariri

O deputado estadual Dr. Romualdo (PCdoB) esteve nesta semana nos municípios de Monteiro, Caraúbas e São Domingos do Cariri, onde participou da entrega de novos recursos para entidades da região e acompanhou ações desenvolvidas junto às comunidades locais.

Em Monteiro, foram entregues mais R$ 120 mil para a Capribom. O valor se soma aos R$ 150 mil já destinados anteriormente pelo mandato, elevando para R$ 270 mil o total de recursos encaminhados à instituição. Os investimentos têm como objetivo fortalecer a cadeia produtiva da caprinocultura e ampliar a capacidade de atuação da entidade.

Além da Capribom, o parlamentar já destinou recursos para outras instituições do município, entre elas as Rendeiras e o Orfanato. Somente em 2026, dez entidades sociais, comunitárias e filantrópicas foram contempladas pelo mandato.

Em São Domingos do Cariri, também foi realizada a entrega de R$ 50 mil para a Associação dos Produtores Rurais. O recurso será utilizado para fortalecer as atividades desenvolvidas pela entidade e apoiar os agricultores familiares do município.

Os compromissos da semana refletem uma característica que diferencia a atuação de Dr. Romualdo: a presença permanente no Cariri paraibano. Único pré-candidato a deputado estadual que reside na região, o parlamentar conhece de perto a realidade dos municípios porque faz parte dela.

Sua relação com o povo não se resume a eventos ou compromissos oficiais. Ela é construída no dia a dia, entre cafés nas casas das famílias, conversas nas calçadas, encontros nas comunidades e uma presença constante ao lado das pessoas. É dessa convivência, marcada pela confiança e pelo afeto, que nascem as prioridades do mandato e a busca por recursos que atendam às necessidades da região.

“Conhecer as histórias de vida das pessoas faz toda a diferença. Quando se vive essa realidade todos os dias, fica mais fácil compreender as necessidades de cada comunidade e construir, junto com o povo, novas histórias de desenvolvimento e esperança”, destacou o médico, que reside no município de Congo.

DE OLHO NO CARIRI

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB