Na Cagepa, prefeito Manezinho leva pautas de melhorias no abastecimento d’água em Sumé

O prefeito Manezinho Lourenço está acompanhando e cobrando junto à Companhia de Águas e Esgotos da Paraíba (Cagepa), as melhorias que precisam ser feitas na obra de abastecimento d’água no município de Sumé, com a chegada das águas da Adutora Transparaíba, provenientes do Rio São Francisco.

O prefeito vem cobrando as constantes faltas de água que acometem a cidade, prejudicando toda a população sumeense e também do Distrito de Pio X.

Esta semana, o gerente regional da Cagepa Local, Jean Gonçalves, esteve reunido com Manezinho e com o secretário de Obras, Vicente Lourenço, a pedido do superintendente da Companhia, Marcus Vinicius, para tratar sobre estas demandas, que logo serão iniciadas e contará com o apoio da Prefeitura.

Em algumas ruas, Sumé receberá a partir de julho, a substituição de canos de amianto por PVC, sendo elas: José Cipriano, Antônio Rodrigues dos Santos e Augusto Santa Cruz/Praça Adolfo Mayer. A Avenida 1° de Abril também será contemplada com a nova tubulação.

A substituição vai possibilitar maior vazão da água, com os canos em PVC, que são mais adequados e resistentes, sem riscos de estourarem, possibilitando que cessem as faltas de água na cidade por motivos de tubulação.

Com as obras da transposição em andamento e com os novos reservatórios já construídos (caixas d’água), um no acesso ao bairro Alvorada e outro no bairro Frei Damião, o reservatório localizado no Alto da Caixa D’água será demolido, já que se encontra com sua estrutura física comprometida.

Também foi tratado na reunião sobre o abastecimento de Pio X e Sítio Jurema que passarão a receber água da adutora transparaíba.

O esgotamento sanitário também entrou na pauta, já que a Cagepa é responsável pela concessão de serviços de esgoto e água. Com isso, na possibilidade de novos convênios firmados, obras de esgotamento sanitário poderão ser estendidas para outras áreas da cidade no futuro.

De Olho no Cariri

Ascom

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Pesquisa técnica do Instituto de Pesquisa (IP) revela que cada R$ 1,00 investido pelo município gerou R$ 15,48 em circulação direta no comércio, serviços e polo têxtil local.

SÃO DOMINGOS DO CARIRI (PB) — O 3º Festival da Costura, realizado nos dias 09, 10 e 11 de outubro de 2026, consolidou-se como o maior indutor econômico e cultural do Cariri paraibano. Levantamento estatístico presencial auditado pelo Instituto de Pesquisa (IP) aponta que o evento movimentou entre R$ 2,4 milhões e R$ 3,1 milhões em injeção direta de recursos na cidade, reunindo um público estimado entre 15 mil e 20 mil visitantes.

Com um investimento público referencial de R$ 180 mil na infraestrutura e atrações, o estudo demonstrou um retorno sobre investimento (ROI) socioeconômico de 1.448%. Na prática, cada R$ 1,00 aplicado pela gestão municipal resultou no retorno direto de R$ 15,48 circulando nos caixas de restaurantes, pousadas, lojas, barracas e confecções da cidade.

Aprovação recorde dos serviços públicos

A pesquisa científica, realizada com 200 entrevistas georreferenciadas via GPS e áudio, destacou índices de satisfação comparáveis aos padrões de grandes centros urbanos:

  • Avaliação Geral: 85% dos entrevistados deram notas 9 ou 10 (Excelente) ao evento, totalizando 99% de aprovação positiva.
  • Segurança Pública: 98,6% de aprovação positiva entre moradores e turistas.
  • Limpeza Urbana e Sanitários: 97,2% de avaliações ótimas e boas.
  • Organização e Shows: Mais de 95% de satisfação popular.
  • Índice de Recomendação: 99,3% dos visitantes afirmaram que recomendam a festa e 97,2% têm presença garantida na próxima edição.

Comércio aquecido e valorização do polo têxtil

O impacto fora do pátio de eventos também foi imediato. Entre os comerciantes locais fixos, 64,5% confirmaram aumento direto nas vendas, e 61,3% realizaram contratações temporárias ou reforço de estoque para atender à demanda.

Nos estandes da feira, 100% dos expositores e costureiros afirmaram que o festival fortalece a identidade econômica de São Domingos do Cariri. Além das vendas diretas, 65,2% dos confeccionistas destacaram o ganho de visibilidade da marca e 43,5% fecharam contatos para encomendas futuras no atacado.

O gasto médio individual do público ficou em R$ 159,25 por pessoa, com destaque para os turistas regionais (R$ 185,29) e comerciantes (R$ 245,16). Os dados comprovam que o Festival da Costura deixou de ser apenas uma festividade tradicional para se firmar como uma política pública de desenvolvimento regional, geração de emprego e renda sustentável.

Com Ascom