Ligação clandestina pode ter causado mortes em corrida, aponta Energisa em Guarabira

A morte dos dois homens durante uma corrida na cidade de Guarabira, na manhã desta sexta-feira (01), podem ter sido causadas por uma “ligação clandestina”, segundo a Energisa. A corrida, em celebração ao Dia do Trabalhador, estava para ser iniciada quando os dois homens morreram eletrocutados.

Em nota, a Energisa informou que a ligação clandestina teria energizado estruturas metálicas usadas na sinalização do evento. A empresa ressaltou ainda que instalações provisórias devem ser feitas exclusivamente por profissionais autorizados, seguindo padrões técnicos e de segurança adequados.

A Prefeitura Municipal de Guarabira também se manifestou sobre o caso. Foi divulgada uma nota lamentando as mortes e se solidarizando com os familiares das duas vítimas e, “de forma especial”, registrou uma homenagem ao organizador da corrida, Washington Gonçalves.

Sobre o caso

Uma das vítimas seria o próprio organizador da corrida, identificado por Washington Gonçalves, de 42 anos, enquanto a outra pessoa morta, identificada como Antônio Felipe da Silva Junior, de 36 anos, estaria trabalhando no evento. Horas antes, o empresário publicou alguns vídeos nas redes sociais mostrando a chuva horas antes da corrida, mas garantindo que haveria o evento.

Um participante da corrida relatou que sentiu uma descarga elétrica ao encostar em uma grade e, em seguida, entrou em contato com o organizador para alertar sobre o risco. Durante a ligação, segundo ele, as vítimas acabaram sendo eletrocutadas.

Segundo a Polícia Militar, a guarnição presente no local identificou água empoçada no ponto onde o incidente aconteceu. Uma perícia foi realizada no local e as causas do incidente seguem em investigação.

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A três dias do segundo turno das eleições, termina nesta quinta-feira (22) o prazo para que candidatos façam comícios e atividades de campanha. Também é o último dia para a circulação paga ou impulsionada de propaganda eleitoral na internet.

De hoje até 24 horas depois do fim do pleito, ficam vedadas a publicação e a republicação de novos conteúdos produzidos ou alterados por inteligência artificial ou tecnologia equivalente, que use imagem, voz ou manifestação de candidatos ou pessoas públicas.

Até o próximo sábado (24), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ainda poderá divulgar comunicados, boletins e instruções ao eleitorado, em até dez minutos diários requisitados às emissoras de rádio e de televisão. Parte desse tempo pode ser cedido aos tribunais regionais eleitorais.

No próximo domingo (25), os brasileiros deverão ir às urnas das 8h às 17h, para eleger o próximo presidente da República.

Eleitores do Acre, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Tocantins definem ainda o próximo governador ou governadora. Nesses locais, a ordem de votação na urna é: governador e depois presidente.

Além disso, seis cidades brasileiras terão eleições suplementares para prefeito. Nesses municípios, os eleitores votam primeiro em presidente, depois em prefeito.

O TSE recomenda consultar previamente o local de votação no site do tribunal ou no aplicativo e-Título, e que os eleitores levem uma colinha com o número dos candidatos, anotados em papel. É proibido entrar com celular na cabine de votação.

Com Agência Brasil