Prefeitura de Parari entrega kits escolares e anuncia novos investimentos na educação

A Prefeitura de Parari, por meio da Secretaria Municipal de Educação, realizou nesta terça-feira (24) a entrega dos kits escolares para os alunos da rede municipal de ensino. A ação faz parte do conjunto de investimentos que vêm sendo realizados para fortalecer a educação no município.

O prefeito Genival Queiroz utilizou suas redes sociais para destacar a importância do momento e parabenizar estudantes, professores e demais profissionais da educação. Segundo ele, a iniciativa representa mais do que a entrega de materiais e fardamento, sendo um gesto de cuidado, valorização e respeito com cada aluno e com as famílias pararienses.

“Hoje foi um dia muito especial para a educação de Parari. Realizamos a entrega do kit completo de fardamento escolar para todos os alunos da nossa rede municipal. Mais do que um uniforme, é cuidado, é valorização e é respeito com cada estudante e com cada família da nossa cidade”, afirmou o gestor.

Além dos kits escolares, o prefeito anunciou outras importantes conquistas para o setor educacional. Entre elas, a entrega de um carro zero quilômetro que irá reforçar as ações da Secretaria de Educação, garantindo mais suporte às atividades administrativas e pedagógicas do dia a dia.

Outra novidade destacada foi a chegada de novas televisões para as salas de aula da rede municipal. Os equipamentos devem contribuir diretamente para a melhoria do processo de ensino-aprendizagem, tornando as aulas mais dinâmicas e interativas para os alunos.

A gestão municipal reafirmou o compromisso de continuar investindo na educação como base para o desenvolvimento do município, destacando que cuidar do presente é essencial para garantir um futuro melhor para as crianças e jovens de Parari.

De Olho no Cariri

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O Ministério da Justiça e Segurança Pública demitiu o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da Polícia Federal, por abandono de cargo. 

A decisão, publicada na edição desta segunda-feira (21) do Diário Oficial da União, tem como base processo administrativo disciplinar que concluiu pela ocorrência de faltas injustificadas por período superior a 30 dias consecutivos.

Segundo a portaria, a demissão teve por base a Lei nº 15.047, de 2024, que prevê a penalidade para casos de abandono de cargo. 

Eduardo Bolsonaro integrava o quadro de pessoal da Polícia Federal e estava afastado da função para exercer mandato eletivo na Câmara dos Deputados.

Perda do Mandato

Eduardo Bolsonaro deixou o Brasil em março de 2025 para morar nos Estados Unidos. Eleito deputado federal por São Paulo pela primeira vez em 2014, Eduardo teve o último mandato cassado em dezembro de 2025 por ausência em sessões deliberativas da Câmara.

Após a cassação, a Polícia Federal publicou ato declarando o fim do afastamento para exercício de mandato eletivo, com efeitos retroativos a 19 de dezembro de 2025, e determinou seu retorno imediato às atividades como escrivão.

Atuação nos EUA

Além do processo administrativo que resultou em sua demissão da Polícia Federal, Eduardo Bolsonaro responde a ações judiciais relacionadas à atuação política no exterior. Entre as medidas, estão as tarifas sobre produtos brasileiros, a revogação de vistos de autoridades brasileiras e a aplicação de sanções econômicas previstas na Lei Magnitsky. 

Segundo o STF, as iniciativas buscavam pressionar instituições brasileiras e interferir no andamento das investigações e processos judiciais.

Em setembro de 2026, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou o ex-deputado a quatro anos e dois meses de prisão, em regime semiaberto, pelo crime de coação no curso do processo. A Primeira Turma rejeitou por unanimidade recurso do ex-deputado no dia 18 de setembro.

O placar da votação foi de 4 votos a 0. 

Na mesma decisão, o colegiado determinou a inelegibilidade de Eduardo Bolsonaro por oito anos e a perda do cargo de escrivão da Polícia Federal.

Por unanimidade, os ministros acompanharam o entendimento da Procuradoria-Geral da República (PGR) de que o ex-parlamentar atuou para estimular sanções e medidas adotadas pelos Estados Unidos contra o Brasil com o objetivo de influenciar o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no processo que apura a tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

Agência Brasil