Eleições municipais de 2020 na Paraíba levam STF a rever regras de reeleição para vice no Executivo

O Supremo Tribunal Federal (STF) finalizou nesta quarta-feira (26/11) o julgamento que discutia se um vice que substituir o chefe do Executivo, quando assumir por decisão judicial e durante breve período, deveria ficar inelegível. A Corte já havia definido em outubro, por 6 votos a 4, que a substituição por pouco tempo não configura mandato e, por isso, não impede a reeleição.

A Corte analisava o caso que envolve o prefeito reeleito de Cachoeira dos Índios, cidade localizada no interior da Paraíba, em 2020. Allan Seixas de Sousa entrou com um recurso contra decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que invalidou a sua candidatura, porque ele havia ocupado o cargo de prefeito por oito dias, enquanto era vice, menos de seis meses antes das eleições às quais concorreria para titular do Executivo do município. A substituição ocorreu por decisão judicial que afastou o então prefeito do cargo.

Nesta sessão plenária, os ministros proclamaram a tese segundo a qual “o exercício da chefia do Poder Executivo nos seis meses anteriores ao pleito, em decorrência de decisão judicial não transitada em julgado, não conta como exercício de um mandato para efeito de reeleição”.

Com isso, na prática, os substitutos que ocuparem cargos no Executivo não precisarão renunciar nos seis meses anteriores às eleições, se quiserem concorrer ao cargo efetivamente, uma vez que a substituição por decisão judicial não configura mandato.

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A Escola Municipal Padre Paulo Roberto de Oliveira ficou lotada, na manhã desta quinta-feira (5), durante a realização da 8ª Conferência Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Sumé. O encontro reuniu crianças e adolescentes, representantes do poder público, conselhos municipais, profissionais da educação, integrantes da rede de proteção e sociedade civil.

Com o tema “Fortalecendo o Sistema de Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente e a Democracia Participativa”, a conferência foi promovida pela Prefeitura de Sumé, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social (SEMAS), com o apoio do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA).

O prefeito Manezinho Lourenço acompanhou parte da programação e destacou o apoio da gestão às políticas públicas voltadas à infância e à adolescência. A secretária de Assistência Social, Elidiene Batista, ressaltou a importância da participação da sociedade no fortalecimento da rede de proteção.

A presidente do CMDCA, Maria Simone Pereira, também teve papel importante na mobilização e realização da conferência. Entusiasta da defesa dos direitos da criança e do adolescente, ela destacou a importância da atuação conjunta das instituições e da sociedade para garantir a proteção desse público.

A programação contou com palestra de Magno França da Silva, presidente do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente da Paraíba (CEDCA/PB), seguida de discussões em grupos sobre os seis eixos temáticos da conferência e a elaboração de propostas.

Os estudantes também participaram ativamente das atividades, com espaço para apresentar suas opiniões.

O encontro contou ainda com apresentações de dança e flauta do grupo do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV), da SEMAS.

Ao final, foram eleitos os delegados que representarão Sumé na próxima etapa do processo conferencial: Adriana Vilar, presidente do Conselho Tutelar; Simone Pereira, presidente do CMDCA; e os estudantes Evelyn e Davi.

Com Ascom