Ruptura de reservatório em CG: Estado anuncia cronograma de indenizações

O Governo do Estado divulgará, nesta quarta-feira (12), o cronograma de pagamentos de indenizações às famílias e empresas atingidas pelo rompimento de um reservatório da Cagepa no último sábado (08) em Campina Grande. O anúncio foi feito pelo vice-governador Lucas Ribeiro (PP), coordenador da Comissão que acompanha o caso, em entrevista.

Segundo Ribeiro, ao todo foram 56 residências atingidas, sendo seis com maior intensidade, ou seja, que não tem oportunidade de reforma e precisarão ser reconstruídas. Além disso, o Estado também atuará para os comércios atingidos.

“Já foi contabilizado e vistoriado tudo. As residências que foram atingidas. Houve casos desde de pequenos danos de um portão, por exemplo, a casas que foram levadas, que não tem condições de realizar uma reformar e serão demolidas”, destacou Lucas.

De acordo com o vice-governador, o Poder Executivo Estadual também realizou um levantamento sobre as pessoas que ficaram impossibilitadas de trabalhar e empresas atingidas, como uma fábrica de gelo e uma padaria.

Enquanto o processo de reconstrução não é concluído, as pessoas estão abrigadas em residências alugadas e em hotéis da cidade. “O Governo está presente. A Comissão [de acompanhamento] só finalizará quando tudo for concluído. Os órgãos de segurança então trabalhando conosco até que tudo se normalize”, citou.

Além da recuperação dos imóveis, o Governo também avançou, de acordo com Lucas Ribeiro, com o processo de vistoria nos demais reservatórios. Uma empresa também foi contratara para reforçar a fiscalização.

MaisPB

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

A Operação Mata Atlântica em Pé, deflagrada pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) e órgãos ambientais, aplicou 15 autos de infração por desmatamento ilegal em quatro municípios paraibanos. A ação foi deflagrada entre 17 e 27 de agosto e atingiu mais de 230 héctares.

As multas, que ultrapassaram os R$ 2 milhões, foram aplicadas nas cidades de São Miguel de Taipu, Massaranduba, Alagoa Grande e Alagoinha. Os ilícitos ambientais foram identificados a partir da fiscalização remota e presencial de sete alertas de desmatamento obtidos por sistemas de monitoramento remoto, como o MapBiomas Alerta.

Operação nacional

Nos 17 estados participantes, incluindo a Paraíba, foram mais de 8 mil hectares autuados e as multas ultrapassaram os R$ 100 milhões.

A Operação Mata Atlântica em Pé utiliza informações produzidas por diversos sistemas de monitoramento remoto, entre eles o MapBiomas Alerta, para identificar áreas com indícios de desmatamento ilegal. Com base nesses alertas, equipes de fiscalização realizam verificações remotas e presenciais para confirmar a ocorrência das infrações ambientais e emitir os devidos autos de infração e termos de embargo.

Penalidades

Confirmadas as irregularidades, os responsáveis ficam sujeitos à aplicação de multas e demais sanções administrativas e a reparação integral dos danos ambientais e climáticos, sem prejuízo na apuração da responsabilidade nas esferas cível e criminal.

As áreas desmatadas ilegalmente também podem sofrer restrições relacionadas ao Cadastro Ambiental Rural (CAR), ao acesso ao crédito rural e a outros instrumentos previstos na legislação ambiental.

De Olho no Cariri

Com Portal Correio