Silvânia Aquino anuncia saída da Banda Calcinha Preta após anos de trajetória marcante

A cantora Silvânia Aquino anunciou oficialmente, na noite desta segunda-feira (10), o seu desligamento da Banda Calcinha Preta, grupo do qual fez parte por vários anos e que marcou profundamente sua carreira na música.

Em nota publicada nas redes sociais, Silvânia relembrou sua trajetória, destacando os momentos vividos e a importância da banda em sua formação artística e pessoal. “Foram anos de história, amor, dedicação e música, que me proporcionaram experiências únicas e uma conexão profunda com o meu público”, afirmou.

A artista também expressou gratidão aos fãs, amigos e colegas de banda. “Durante todos esses anos, a Banda Calcinha Preta foi a minha casa, o lugar onde cresci como artista. E essa história eu carregarei comigo para sempre, com o maior respeito e gratidão”, declarou.

Segundo informações apuradas, um desentendimento entre a cantora e a direção da banda teria motivado o afastamento de Silvânia dos shows realizados no último final de semana, antecedendo o anúncio oficial feito nesta segunda-feira.

Apesar da situação, Silvânia ressaltou que sua decisão foi tomada em comum acordo e garantiu que seguirá com o coração cheio de amor e gratidão. “A história não para por aqui!”, concluiu, indicando que novos projetos podem estar a caminho.

Silvânia Aquino é uma das vozes mais conhecidas e queridas do forró, tendo contribuído para alguns dos maiores sucessos da Calcinha Preta, banda que se mantém como referência nacional no gênero.

Até o momento, a direção da Banda Calcinha Preta não se pronunciou oficialmente sobre a saída da cantora.

De Olho no Cariri

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O Ministério da Justiça e Segurança Pública demitiu o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da Polícia Federal, por abandono de cargo. 

A decisão, publicada na edição desta segunda-feira (21) do Diário Oficial da União, tem como base processo administrativo disciplinar que concluiu pela ocorrência de faltas injustificadas por período superior a 30 dias consecutivos.

Segundo a portaria, a demissão teve por base a Lei nº 15.047, de 2024, que prevê a penalidade para casos de abandono de cargo. 

Eduardo Bolsonaro integrava o quadro de pessoal da Polícia Federal e estava afastado da função para exercer mandato eletivo na Câmara dos Deputados.

Perda do Mandato

Eduardo Bolsonaro deixou o Brasil em março de 2025 para morar nos Estados Unidos. Eleito deputado federal por São Paulo pela primeira vez em 2014, Eduardo teve o último mandato cassado em dezembro de 2025 por ausência em sessões deliberativas da Câmara.

Após a cassação, a Polícia Federal publicou ato declarando o fim do afastamento para exercício de mandato eletivo, com efeitos retroativos a 19 de dezembro de 2025, e determinou seu retorno imediato às atividades como escrivão.

Atuação nos EUA

Além do processo administrativo que resultou em sua demissão da Polícia Federal, Eduardo Bolsonaro responde a ações judiciais relacionadas à atuação política no exterior. Entre as medidas, estão as tarifas sobre produtos brasileiros, a revogação de vistos de autoridades brasileiras e a aplicação de sanções econômicas previstas na Lei Magnitsky. 

Segundo o STF, as iniciativas buscavam pressionar instituições brasileiras e interferir no andamento das investigações e processos judiciais.

Em setembro de 2026, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou o ex-deputado a quatro anos e dois meses de prisão, em regime semiaberto, pelo crime de coação no curso do processo. A Primeira Turma rejeitou por unanimidade recurso do ex-deputado no dia 18 de setembro.

O placar da votação foi de 4 votos a 0. 

Na mesma decisão, o colegiado determinou a inelegibilidade de Eduardo Bolsonaro por oito anos e a perda do cargo de escrivão da Polícia Federal.

Por unanimidade, os ministros acompanharam o entendimento da Procuradoria-Geral da República (PGR) de que o ex-parlamentar atuou para estimular sanções e medidas adotadas pelos Estados Unidos contra o Brasil com o objetivo de influenciar o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no processo que apura a tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

Agência Brasil