PMCG aciona Unifacisa na Justiça cobrando R$ 33,6 milhões em impostos não pagos

A Prefeitura de Campina Grande ingressou com cinco ações de execução fiscal na Justiça contra a faculdade Unifacisa, cobrando uma dívida de R$ 33,6 milhões em impostos supostamente não pagos ao município.

Conforme publicou o site Hora Agora, a Prefeitura alega na ação que as dívidas são referentes ao Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN) e teriam sido acumuladas entre os anos de 2019 e 2024.

Somadas as dívidas de cada um destes anos, o montante chega R$ 33.612.793,31.

Nas ações, a Prefeitura de Campina Grande solicita que a Unifacisa realize o pagamento das dívidas no prazo de cinco dias após a citação no processo, sob pena de penhora de bens e bloqueio de contas bancárias.

De Olho no Cariri

Com Blog do Max Silva

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A Operação Mata Atlântica em Pé, deflagrada pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) e órgãos ambientais, aplicou 15 autos de infração por desmatamento ilegal em quatro municípios paraibanos. A ação foi deflagrada entre 17 e 27 de agosto e atingiu mais de 230 héctares.

As multas, que ultrapassaram os R$ 2 milhões, foram aplicadas nas cidades de São Miguel de Taipu, Massaranduba, Alagoa Grande e Alagoinha. Os ilícitos ambientais foram identificados a partir da fiscalização remota e presencial de sete alertas de desmatamento obtidos por sistemas de monitoramento remoto, como o MapBiomas Alerta.

Operação nacional

Nos 17 estados participantes, incluindo a Paraíba, foram mais de 8 mil hectares autuados e as multas ultrapassaram os R$ 100 milhões.

A Operação Mata Atlântica em Pé utiliza informações produzidas por diversos sistemas de monitoramento remoto, entre eles o MapBiomas Alerta, para identificar áreas com indícios de desmatamento ilegal. Com base nesses alertas, equipes de fiscalização realizam verificações remotas e presenciais para confirmar a ocorrência das infrações ambientais e emitir os devidos autos de infração e termos de embargo.

Penalidades

Confirmadas as irregularidades, os responsáveis ficam sujeitos à aplicação de multas e demais sanções administrativas e a reparação integral dos danos ambientais e climáticos, sem prejuízo na apuração da responsabilidade nas esferas cível e criminal.

As áreas desmatadas ilegalmente também podem sofrer restrições relacionadas ao Cadastro Ambiental Rural (CAR), ao acesso ao crédito rural e a outros instrumentos previstos na legislação ambiental.

De Olho no Cariri

Com Portal Correio