Prefeito paraibano acusa ex-prefeito de reter repasses ao INSS e aciona Ministério Público

O Ministério Público da Paraíba instaurou um inquérito, nesta quarta-feira (4), contra o ex-prefeito de Curral de Cima, Antônio Ribeiro Sobrinho, para investigar a retenção de contribuições previdenciárias do município ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

A investigação foi formulada a partir de uma denúncia do atual prefeito da cidade, Adjamir Souza.

Conforme aponta o gestor, as irregularidades no repasse do município ao INSS teria acontecido durante a gestão de Antônio Ribeiro Sobrinho, de 2017 a 2024.

Ao instaurar a investigação, o promotor Rafael Garcia Teixeira, da Promotoria de Justiça de Jacaraú, entendeu que compete ao órgão “averiguar atos lesivos ao erário e à moralidade administrativa”.

MaisPB

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

A Operação Mata Atlântica em Pé, deflagrada pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) e órgãos ambientais, aplicou 15 autos de infração por desmatamento ilegal em quatro municípios paraibanos. A ação foi deflagrada entre 17 e 27 de agosto e atingiu mais de 230 héctares.

As multas, que ultrapassaram os R$ 2 milhões, foram aplicadas nas cidades de São Miguel de Taipu, Massaranduba, Alagoa Grande e Alagoinha. Os ilícitos ambientais foram identificados a partir da fiscalização remota e presencial de sete alertas de desmatamento obtidos por sistemas de monitoramento remoto, como o MapBiomas Alerta.

Operação nacional

Nos 17 estados participantes, incluindo a Paraíba, foram mais de 8 mil hectares autuados e as multas ultrapassaram os R$ 100 milhões.

A Operação Mata Atlântica em Pé utiliza informações produzidas por diversos sistemas de monitoramento remoto, entre eles o MapBiomas Alerta, para identificar áreas com indícios de desmatamento ilegal. Com base nesses alertas, equipes de fiscalização realizam verificações remotas e presenciais para confirmar a ocorrência das infrações ambientais e emitir os devidos autos de infração e termos de embargo.

Penalidades

Confirmadas as irregularidades, os responsáveis ficam sujeitos à aplicação de multas e demais sanções administrativas e a reparação integral dos danos ambientais e climáticos, sem prejuízo na apuração da responsabilidade nas esferas cível e criminal.

As áreas desmatadas ilegalmente também podem sofrer restrições relacionadas ao Cadastro Ambiental Rural (CAR), ao acesso ao crédito rural e a outros instrumentos previstos na legislação ambiental.

De Olho no Cariri

Com Portal Correio