Concursos e seleções têm 251 vagas abertas na Paraíba

Na Paraíba, 251 vagas de emprego estão sendo ofertadas em sete concursos públicos e processos seletivos neste mês de novembro.

Concurso do IFPB

  • Vagas: 53 vagas
  • Nível: médio, técnico e superio
  • Salário: vencimento básico de R$ 2,4 mil e R$ 4,9 mil
  • Inscrições: até 5 de novembro
  • Provas objetivas: 14 de dezembro
  • Resultado final: 24 de abril de 2026
  • Edital do concurso do IFPB

Processo seletivo da UEPB N° 03

  • Vagas: 8
  • Nível: ensino médio/técnico e superior
  • Salário: de R$ 2,5 mil até R$ 3,9 mil
  • Inscrições: até 2 de novembro
  • Provas objetivas: 23 de novembro
  • Resultado final: 5 de dezembro
  • Edital do processo seletivo da UEPB

Processo seletivo da UEPB N°04

  • Vagas: 14
  • Nível: ensino médio/técnico
  • Salário: de R$ 2,5 mil até R$ 2,8 mil
  • Inscrições: até 2 de novembro
  • Provas objetivas: 23 de novembro
  • Resultado final: 19 de dezembro
  • Edital do processo seletivo da UEPB

Concurso da prefeitura de Brejo dos Santos

  • Vagas: 38
  • Nível: fundamental, ensino médio/técnico e superior
  • Salário: de R$ 1.518,00 até R$ 9.000 + gratificações
  • Inscrições: até 7 de novembro
  • Provas objetivas: 7 de dezembro
  • Resultado final: 30 de dezembro
  • Edital do concurso da prefeitura de Brejo dos Santos

Concurso do IFPB para professor

  • Vagas: 43
  • Nível: superior
  • Salário: vencimento básico de R$ 6.180,86, podendo chegar a R$ 13.288,85
  • Inscrições: 21 de outubro até 18 de novembro de 2025
  • Provas objetivas: 21 de dezembro de 2025
  • Provas de desempenho didático: entre 27 de março e 4 de abril de 2026
  • Resultado final: 26 de junho de 2026
  • Edital do concurso do IFPB para professor efetivo

Concurso da prefeitura de Alhandra

Concurso da prefeitura de Caiçara

  • Vagas: 83
  • Nível: médio, técnico e superior
  • Salário: R$ 1.518,00 até R$ R$ 4.015,00
  • Inscrições: até 3 de novembro
  • Provas objetivas: 21 de dezembro
  • Resultado final: 27 de janeiro
  • Edital do concurso da prefeitura de Caiçara

Jornal da Paraíba

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O Ministério da Justiça e Segurança Pública demitiu o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da Polícia Federal, por abandono de cargo. 

A decisão, publicada na edição desta segunda-feira (21) do Diário Oficial da União, tem como base processo administrativo disciplinar que concluiu pela ocorrência de faltas injustificadas por período superior a 30 dias consecutivos.

Segundo a portaria, a demissão teve por base a Lei nº 15.047, de 2024, que prevê a penalidade para casos de abandono de cargo. 

Eduardo Bolsonaro integrava o quadro de pessoal da Polícia Federal e estava afastado da função para exercer mandato eletivo na Câmara dos Deputados.

Perda do Mandato

Eduardo Bolsonaro deixou o Brasil em março de 2025 para morar nos Estados Unidos. Eleito deputado federal por São Paulo pela primeira vez em 2014, Eduardo teve o último mandato cassado em dezembro de 2025 por ausência em sessões deliberativas da Câmara.

Após a cassação, a Polícia Federal publicou ato declarando o fim do afastamento para exercício de mandato eletivo, com efeitos retroativos a 19 de dezembro de 2025, e determinou seu retorno imediato às atividades como escrivão.

Atuação nos EUA

Além do processo administrativo que resultou em sua demissão da Polícia Federal, Eduardo Bolsonaro responde a ações judiciais relacionadas à atuação política no exterior. Entre as medidas, estão as tarifas sobre produtos brasileiros, a revogação de vistos de autoridades brasileiras e a aplicação de sanções econômicas previstas na Lei Magnitsky. 

Segundo o STF, as iniciativas buscavam pressionar instituições brasileiras e interferir no andamento das investigações e processos judiciais.

Em setembro de 2026, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou o ex-deputado a quatro anos e dois meses de prisão, em regime semiaberto, pelo crime de coação no curso do processo. A Primeira Turma rejeitou por unanimidade recurso do ex-deputado no dia 18 de setembro.

O placar da votação foi de 4 votos a 0. 

Na mesma decisão, o colegiado determinou a inelegibilidade de Eduardo Bolsonaro por oito anos e a perda do cargo de escrivão da Polícia Federal.

Por unanimidade, os ministros acompanharam o entendimento da Procuradoria-Geral da República (PGR) de que o ex-parlamentar atuou para estimular sanções e medidas adotadas pelos Estados Unidos contra o Brasil com o objetivo de influenciar o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no processo que apura a tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

Agência Brasil