Delegados investigam morte de criança em Sumé e perícia confirma que lesões foram feitas com ela ainda viva
De Olho no Cariri
Os delegados Dr. Yure Givago e Dr. Paulo Rabelo assumiram imediatamente após a descoberta do crime a investigação do esquartejamento ao pequeno Éverton Siqueira, de 5 anos, no município de Sumé. Várias linhas de investigação foram levantadas pelos competentes delegados e as oitivas às testemunhas e familiares já começaram.
Segundo Dr. Yure Givago, já se percebem muitas contradições nos depoimentos já colhidos até o momento. Já para o delegado Dr. Paulo Rabelo nenhuma hipótese pode ser inicialmente descartada. “Ontem foi o dia da criança e por isso até o aspecto simbólico da data e a religiosidade que envolve o dia precisam influenciar na investigação, especialmente por se tratar de um assassinado com muita barbaridade e um corpo que foi completamente aberto pelo assassino”.
A perícia esteve no local do crime e já concluiu, segundo informações confirmadas pela Rádio Cidade AM, que o pequeno Everton não foi morto no local de desova e que as lesões no corpo da criança foram feitas com ele ainda vivo.
“A única lesão que foi feita no local da desova foi a decepção do pênis, o restante foi praticado com a criança viva”, afirmou o delegado Yure Givago. Para ele, em mais de cinco anos de Polícia Civil este foi o crime mais chocante com o qual se deparou.
O pênis do garoto foi encontrado próximo ao corpo espetado em uma vara.
De Olho no Cariri
Normalmente la farmacia puede proporcionar a sus clientes tratamientos discretos para diversas enfermedades. Por ejemplo, la crema Temovate es un corticosteroide tópico. Este fármaco funciona deprimiendo la actividad de diversos productos químicos que causan enrojecimiento. Típicamente, tanto hombres como mujeres sufren de disfunciones sexuales. Si usted está preocupado por el trastorno eréctil, probablemente sabe acerca de http://kamagraoraljelly.me/es/100mg.html. Cuando usted compra drogas como Kamagra debe discutirlo con su profesionalismo de la salud acerca de comprar kamagra oral jelly 100mg. Otro punto que vamos a es comprar kamagra 100mg. La disfunción eréctil sexualmente puede ser ser el primer signo de un problema psicológico pesado. Todo tipo de drogas, desde aquellas que se considerando lo anterior “todas naturales” a las que se producen químicamente en un laboratorio, pueden causar algún tipo de efectos secundarios. El terapeuta sexualmente calificado revisará su información personal, siempre que los remedios, incluyendo Kamagra, sean satisfactorios para usted.
A paraibana Mônica Maria da Silva, de 36 anos, foi localizada pela polícia espanhola após 51 dias sem contato com a família. Segundo os familiares, ela perdeu o contato com parentes em 4 de julho e foi localizada pelas autoridades espanholas na segunda-feira (24). A confirmação de que Mônica havia sido encontrada foi recebida pela irmã, Cristina Silva, nesta quinta-feira (27).
De acordo com um comunicado enviado à família, Mônica informou às autoridades que está bem e que não deseja que o local onde está seja informado aos parentes.
A irmã dela, Cristina Silva, afirma, porém, que ainda tem dúvidas sobre as circunstâncias em que Mônica foi encontrada. Segundo Cristina, tanto a polícia espanhola quanto o Consulado-Geral do Brasil em Barcelona informaram que a paraibana não queria ser localizada pela família.
“Esse negócio começou a ficar muito estranho, muitas pessoas querendo ocultar muitas informações e muitas coisas. E hoje eu temo por mim, sabe? Então, eu realmente deixei de mão. É algo que eu não posso controlar”, afirmou Cristina.
O Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) informou que, por meio do Consulado-Geral do Brasil em Barcelona, “tem conhecimento do caso e presta a assistência consular devida”.
Família questiona decisão de Mônica não manter contato
Cristina diz não concordar com a decisão atribuída à irmã e afirma que tentou obter mais informações sobre o estado de Mônica.
Segundo ela, a família chegou a pedir auxílio para conseguir uma prova de vida, mas não conseguiu.
“O consulado e a polícia de lá me informou que ela não queria ser encontrada, que disse que não queria. A gente discorda disso, pediu até um advogado para isso, mas não conseguimos. Infelizmente a gente se sente impotente e não tem o que fazer, porque a gente não é a polícia, a gente não é uma autoridade”, disse.
A irmã também afirma que gostaria de ter acesso a registros que pudessem confirmar as condições em que Mônica foi localizada.
“Por mais que eles digam que é uma coisa certa, que nenhum policial vai mentir, a gente quer ver”, afirmou.
Desaparecimento e relatos de possíveis agressões
Paraibana pediu para que cliente guardasse as provas das agressões sofridas — Foto: Arquivo Pessoal/Cristina Silva
Mônica tem 36 anos, é cabeleireira e tem uma filha de seis anos, que mora em Pedras de Fogo, na Paraíba, com a irmã dela, Cristina.
De acordo com Cristina, o último contato com Mônica aconteceu no dia 4 de julho, por chamada de vídeo. Após alguns dias sem notícias, a família passou a procurar amigas da paraibana que vivem na Espanha.
Segundo a irmã de Mônica, ela teria ido para a Espanha pela primeira vez em 2021. Depois de passar um período no Brasil, retornou ao país europeu em 2024. Em outubro daquele ano, segundo a irmã, ela esteve novamente no Brasil, acompanhada da filha, que tinha quatro anos na época. A criança ficou com a avó, e Mônica retornou à Espanha.
A família conseguiu identificar o endereço onde Mônica mora, próximo à estação de metrô Can Cuiàs, na região de Ciutat Barcelona, perto de Santa Coloma de Gramenet.
Durante as tentativas de localizar Mônica, uma cliente da cabeleireira entrou em contato com a família. Segundo Cristina, a mulher afirmou ter conversado com Mônica e enviou fotos, vídeos e mensagens que havia recebido dela.
De acordo com a irmã, em uma das mensagens, enviada em abril, Mônica teria pedido à cliente que guardasse o material porque temia ficar sem o celular. A família não soube informar o motivo pelo qual Mônica teria manifestado esse receio.
Cristina afirma que, em algumas das imagens, Mônica aparece ao lado de um homem que não era conhecido pela família e que seria um possível namorado. A irmã também relata ter recebido fotos nas quais Mônica aparece com as unhas machucadas ou arrancadas, além de informações de que ela teria sido agredida pelo homem.
Não há, até o momento, confirmação das autoridades espanholas sobre essas acusações.
Pertences continuam na casa de ex-namorado, diz irmã
Outro ponto que causa preocupação à família é o fato de, segundo Cristina, documentos, roupas e medicamentos de Mônica permanecerem na residência do ex-companheiro.
“Ele está com as medicações dela, está com o passaporte dela. Ele me enviou foto com as roupas dela, tudo está lá. E onde essa mulher foi parar só com a roupa do corpo?”, questionou.
Cristina afirma que, diante dessas circunstâncias, não consegue considerar encerradas as dúvidas sobre o paradeiro e as condições da irmã.
Apesar de a localização de Mônica ter sido confirmada pelas autoridades espanholas, Cristina afirma que não se sente capaz de continuar tentando obter novas informações. A irmã disse que decidiu interromper as buscas por conta própria.
“Eu não tenho nem força mais para estar atrás de algo que está muito estranho”, declarou.
Ocorrência foi registrada em Barcelona
Depois de conversar com Cristina, Viviane orientou a família sobre a necessidade de comunicar o desaparecimento às autoridades espanholas. Como não havia ninguém da família em Barcelona para fazer o procedimento, ela decidiu ir pessoalmente até uma delegacia.
“Eu falei: ‘Cristina, o que tem que ser feito é que alguém tem que ir na polícia aqui em Barcelona e abrir o boletim de ocorrência para a polícia começar a investigar’”, disse.
Viviane ficou cerca de três horas na delegacia, aguardando atendimento. Segundo ela, durante o procedimento, os policiais verificaram o sistema e informaram que não havia registro relacionado ao desaparecimento de Mônica. “Realmente não tinha. A polícia não tinha conhecimento nenhum”, afirmou.
Ela entregou aos policiais o contato de Cristina e as informações que tinha sobre Mônica. Viviane também se colocou à disposição para ajudar com traduções ou acompanhar a família em eventuais procedimentos.