Polícia Militar prende homem por direção perigosa e adulteração veicular em Camalaú

Na noite do último domingo, 20 de julho, uma ação da Polícia Militar resultou na prisão de um indivíduo por direção perigosa e suspeita de adulteração veicular no município de Camalaú, Cariri paraibano.

De acordo com informações repassadas pelo 11° Batalhão de Polícia Militar, a guarnição realizava rondas de rotina quando se deparou com um veículo sendo conduzido de forma imprudente, colocando em risco a segurança de pedestres e outros motoristas.

Diante da situação, os policiais realizaram a abordagem e, durante a verificação, foram encontrados indícios de adulteração nos sinais identificadores do veículo. O condutor foi imediatamente detido e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil, onde foram adotadas as medidas legais cabíveis.

A atuação rápida da PM demonstra o comprometimento da corporação com a segurança pública e a preservação da ordem nas ruas da região.

De Olho no Cariri

Com 11º Batalhão de Polícia Militar

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri