Homem mata irmã após discussão por causa da aposentadoria da mãe, no Agreste paraibano

Uma mulher foi morta pelo irmão no sábado (19), em Ingá, no Agreste da Paraíba. A vítima foi identificada como Luzinete Félix, de 49 anos. 

O suspeito do crime é o irmão da vítima, Cláudio Félix, de 52 anos. Ele foi preso neste domingo (20). 

Segundo informações de familiares à TV Paraíba, a motivação teria sido uma discussão sobre a aposentadoria da mãe dos dois irmãos, uma idosa de 85 anos. Luzinete Félix morava no Rio de Janeiro e, há alguns meses, voltou para a Paraíba para ajudar nos cuidados da mãe. 

No entanto, no sábado (19), os dois irmãos discutiram, pois a vítima acreditava que o homem estaria se apropriando dos recursos financeiros da mãe. 

O desentendimento escalonou e terminou na morte da mulher. O suspeito utilizou uma pá como arma.

De Olho no Cariri

G1 PB

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri