Presidente da Câmara de Juazeirinho é vítima de furto e Polícia Civil prende suspeito em flagrante

Na manhã da última terça-feira, dia 15 de julho, a Polícia Civil da Paraíba, por meio da Delegacia de Juazeirinho, pertencente à 23ª Delegacia Seccional, efetuou a prisão em flagrante de um jovem de 25 anos, conhecido como “Rato”, acusado de furto qualificado durante o repouso noturno.

O crime teve como vítima o presidente da Câmara Municipal de Juazeirinho. Ao retornar para casa nas primeiras horas da manhã, ele constatou que a residência havia sido arrombada, com o telhado parcialmente destelhado e uma janela quebrada. Uma mala contendo roupas, calçados e objetos pessoais foi furtada.

As investigações conduzidas pela equipe da delegacia apontaram que o furto foi praticado mediante escalada e rompimento de obstáculos. Durante diligências, os policiais localizaram a mala com os pertences da vítima escondida em um beco lateral da casa da avó do suspeito. O autor foi encontrado deitado dentro do imóvel e não ofereceu resistência à abordagem.

Na delegacia, foi lavrado o auto de prisão em flagrante com base nos artigos 155, §1º e §4º, inciso I, do Código Penal. A autoridade policial representou pela conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva, justificando a medida pela necessidade de garantir a ordem pública, preservar a instrução criminal e assegurar a aplicação da lei penal.

De Olho no Cariri

Com 23º DPCPB

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri