Vice-prefeito de Parari e comitiva acompanham avanço da Adutora do Cariri durante visita técnica à ETA

O vice-prefeito de Parari, Aristeu, esteve nesta semana acompanhando de perto o andamento das obras da Adutora do Cariri, uma das maiores intervenções de infraestrutura hídrica da região. A visita técnica aconteceu na área da Estação de Tratamento de Água (ETA), onde a comitiva pôde observar os avanços significativos da construção.

Ao lado dos secretários Alexandrino e Lavosier, da vereadora Zelinha e do ex-vereador Júnior Caluête, Aristeu participou da vistoria como parte do trabalho das comissões locais formadas após audiências públicas promovidas pela empresa responsável pela obra, que passará por diversos municípios do Cariri paraibano.

A Adutora do Cariri é considerada uma das obras mais importantes para garantir o abastecimento de água com regularidade e segurança à população de Parari e de cidades vizinhas. Segundo os representantes do município, a visita teve como objetivo fiscalizar a qualidade da execução e reforçar o acompanhamento da gestão pública sobre o projeto.

“A gestão municipal segue firme no compromisso com o desenvolvimento de Parari e na busca por soluções duradouras para os desafios do semiárido. A Adutora representa esperança, dignidade e mais qualidade de vida para o nosso povo”, destacou o vice-prefeito Aristeu.

A obra da Adutora do Cariri continua em ritmo acelerado e deve beneficiar milhares de famílias em uma das regiões mais castigadas pela escassez de água na Paraíba.

De Olho no Cariri

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri