Curso de Medicina da UFPB recebe nota máxima do MEC

O curso de Medicina da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) alcançou a nota máxima na avaliação realizada em 2025 pelo Ministério da Educação (MEC), segundo a Pró-Reitoria de Graduação da instituição de ensino.

A avaliação aconteceu de forma presencial em julho e considerou aspectos como a infraestrutura da instituição, a organização do projeto pedagógico e a qualificação dos docentes. O processo incluiu ainda análise de documentos e entrevistas com professores, alunos e servidores técnico-administrativos.

Em avaliações anteriores, o curso havia recebido conceito 3. Desde então, passou por um processo de reestruturação que culminou na adoção de um novo Projeto Pedagógico de Curso (PPC).

Na avaliação mais recente, a graduação em Medicina obteve conceito contínuo de 4,96, próximo da pontuação máxima, e foi classificada com nota final 5, o mais alto nível na escala do MEC.

Além de Medicina, os cursos de Gestão Pública e Ciências Atuariais também conquistaram a nota máxima. Já as graduações em Ciências Biológicas e Psicopedagogia foram avaliadas com conceito 4.

De Olho no Cariri

Com G1 Paraíba

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri