Prefeito Genival Queiroz acompanha obra de passagem molhada na comunidade Serrota, em Parari

O prefeito de Parari, Genival Queiroz, esteve nesta semana acompanhando de perto o andamento da obra de construção de uma passagem molhada na comunidade Serrota, localizada nas proximidades da antiga residência do saudoso Zé Ramos (in memorian).

A ação faz parte de um conjunto de investimentos da gestão municipal voltados para a infraestrutura da zona rural, com o objetivo de garantir mais segurança, mobilidade e qualidade de vida aos moradores.

“Estamos trabalhando para levar dignidade e acesso seguro a todas as comunidades, principalmente as mais afastadas. A passagem molhada da Serrota vai facilitar a vida de quem precisa se deslocar diariamente, seja para a cidade, para a escola ou para escoar a produção rural”, destacou o prefeito.

A construção de passagens molhadas é uma demanda antiga de várias regiões da zona rural, e a Prefeitura de Parari vem executando com planejamento técnico, priorizando locais estratégicos onde o impacto será mais significativo para a população.

Assessoria

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri