Líder de facção que comandava ataques a tiros na Paraíba é preso no Rio de Janeiro

Um homem suspeito de comandar ataques a tiros na Região Metropolitana de João Pessoa foi preso no Rio de Janeiro nesse domingo (13). O investigado fugiu para o Sudeste após romper a tornozeleira de monitoramento eletrônico.

De acordo com a Polícia Militar, o homem era uma das lideranças de uma facção criminosa que atua em uma comunidade do bairro do Multirão, em Bayeux, de onde partiam os ataques contra rivais na cidade e nos municípios vizinhos.

Em nota, a Polícia disse que o preso era considerado um dos mais procurados da grande João Pessoa e “estaria orquestrando ataques violentos a tiros em comunidades e muitas vezes atuava também na execução”. O suspeito tinha um mandado de prisão em aberto por tráfico de drogas.

A suspeita é que o preso tenha ido ao Rio de Janeiro para “tratar de reforço”.

Mais PB

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri