Polícia Civil da Paraíba prende suspeito de homicídio em Alcantil

A Polícia Civil da Paraíba, através do Grupo Tático Especial (GTE) da 11ª Delegacia Seccional de Queimadas, prendeu um indivíduo suspeito de ser autor do homicídio ocorrido na cidade de Alcantil, no quinto dia do corrente mês.

Segundo o que foi apurado, o homicídio ocorreu a partir de um desentendimento entre dois homens que estavam bebendo juntos, na zona rural da cidade de Alcantil. Iniciaram-se agressões físicas até o momento que o suspeito se armou com um pedaço de madeira e desferiu diversos golpes na cabeça da vítima.

O indivíduo se evadiu do local logo após o cometimento do homicídio, entretanto, após o trabalho investigativo da Polícia Civil, foi expedido o mandado de prisão em desfavor do suposto autor, que foi cumprido pelos investigadores do Grupo Tático Especial.

F.G.S (26 anos de idade) foi preso em decorrência do mandado de prisão em seu desfavor e logo em seguida foi encaminhado à Carceragem da Cidade da Polícia Civil, onde permanecerá aguardando audiência de custódia e, posteriormente, ficará à disposição da Justiça.

De Olho no Cariri

Com Cariri in Foco

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri