Suspeito de estupro de vulnerável em Amparo é preso em Pernambuco

A Polícia Civil da Paraíba, por meio da Delegacia de Polícia do Município de Amparo, cumpriu na manhã desta última quinta-feira (10) um mandado de prisão temporária contra um homem de 61 anos, suspeito de estupro de vulnerável, conforme o artigo 217-A do Código Penal.

O crime teria ocorrido em janeiro de 2025, na residência do investigado, no município de Amparo. Após as diligências iniciais, a autoridade policial representou pela prisão do suspeito, e o mandado foi expedido pela Vara Única da Comarca de Sumé no dia 2 de julho.

O investigado foi localizado na cidade de São José do Egito, em Pernambuco, onde já vinha sendo monitorado pela polícia. A prisão contou com o apoio da Polícia Civil de Pernambuco, através da Delegacia de Polícia Civil de São José do Egito (168ª Circunscrição).

Atualmente, o homem está à disposição da Justiça e será apresentado à audiência de custódia.

A Polícia Civil da Paraíba reitera seu compromisso com a preservação da ordem pública e destaca a importância da colaboração da sociedade. Denúncias podem ser feitas anonimamente pelo Disque 197 ou pelo telefone da Delegacia de Polícia de Sumé: (83) 3353-2308.

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri