Parari realiza Café Cultural com foco no sítio arqueológico e mapeamento dos fazedores de cultura

A Prefeitura Municipal de Parari convida toda a população para participar de um momento especial de valorização da cultura local. Na próxima quarta-feira, dia 09 de julho, às 9h da manhã, será realizado o Café Cultural, com o objetivo de discutir o cadastramento do sítio arqueológico do município e promover um levantamento dos fazedores de cultura da cidade.

O encontro acontecerá na sede da Prefeitura e será aberto a todos os pararienses que vivem a cultura no seu dia a dia — artistas, artesãos, mestres da tradição oral, músicos, poetas, produtores culturais e demais agentes da cultura local.

Segundo a gestão municipal, o momento será de escuta e troca de experiências, com foco em fortalecer as raízes históricas e o patrimônio imaterial do município. Além disso, a ação visa identificar e catalogar quem são os protagonistas culturais da cidade, para futuras políticas públicas de valorização e fomento.

“Se você é de Parari, vive a cultura, produz arte ou tem uma história pra contar, sua presença é essencial!”, destaca a organização do evento.

O Café Cultural integra um conjunto de iniciativas voltadas à preservação da memória e à promoção da cultura em Parari, e reforça o compromisso da gestão com o desenvolvimento cultural da cidade.

De Olho no Cariri

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri