PT da Paraíba elege Cida Ramos como nova presidente

As eleições internas do PT na Paraíbachegaram ao fim neste domingo (6), e uma última parcial da apuração, divulgada às 20h, aponta a deputada estadual Cida Ramos na frente na disputa pelo Diretório Estadual do partido.

Até o momento, foram apurados votos de 29 dos 107 municípios onde houve votação. Cida soma 879 votos. Em segundo lugar aparece Luizinho Nunes, com 202. Na sequência, Carlos Guedes tem 107 votos, e Arimateia França, 16.

Cida Ramos já disputou a Prefeitura de João Pessoa em eleições anteriores. Em 2024, era pré-candidata novamente, mas teve sua pré-campanha interrompida após intervenção da direção nacional do partido, que decidiu, com influência do ex-governador Ricardo Coutinho, lançar o nome do deputado Luciano Cartaxo.

Polêmica Paraíba

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri