Polícia Civil acaba com um campeonato de rinhas de galos, na Paraíba

A Polícia Civil de Princesa Isabel flagra mais de 30 pessoas promovendo rinhas de galos no município. Além disso, a corporação apreendeu quase 30 animais que estavam sendo submetidos a maus-tratos e crueldade, a maioria dos animais são da raça de galos índios e brasileiros.

A operação “Rinha de Sangue” é uma ação conjunta entre a Polícia Civil de Princesa Isabel, o GTE e a Policia Militar. Os policiais receberam denúncias da população sobre uma possível rinha de galos e de imediato foram averiguar a situação. Ao chegar ao local, foram constatadas as práticas criminosas, os policiais informaram que vários homens tentaram correr, mas foram detidos e conduzidos à delegacia de polícia.

A equipe também encontrou materiais como esporas, biqueiras, buchas e remédios. Foram apreendidos balanças de precisão digital, serras, esporas, kits de ferramentas, raladores, anilhas de marcação, medicações diversas, lâminas de serra e outros objetos.

Os policiais também vistoriaram os galos e constataram ferimentos e hematomas recentes pelo corpo, pescoço e cabeça, causados por bico e esporas, bem como hematomas. Diante dos fatos, a Polícia Ambiental emitiu um auto de infração ambiental no valor de até R$ 15 mil por prática de maus-tratos a animais domésticos para cada um dos envolvidos.

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri