Polícia Militar prende homem por tráfico de drogas em Monteiro

Na tarde desta quarta-feira, 18 de junho, a Polícia Militar realizou mais uma importante ação de combate ao tráfico de drogas na cidade de Monteiro, no Cariri paraibano. Durante patrulhamento de rotina, equipes do 11º Batalhão avistaram um indivíduo em atitude suspeita.

Ao perceber a aproximação das viaturas, o homem tentou fugir, descartando alguns objetos pelo caminho. No entanto, ele foi rapidamente alcançado e abordado pelos policiais.

Durante a revista, foram encontrados com o suspeito 144 invólucros contendo substâncias análogas à cocaína, além de uma porção de maconha e um facão. Após consulta, a polícia confirmou que o indivíduo possui um histórico criminal extenso, com registros anteriores por tráfico de drogas, roubo com uso de arma de fogo e furto. Ele havia sido transferido recentemente de Campina Grande para Monteiro, onde cumpria pena em regime aberto.

Diante do flagrante, o homem foi encaminhado, junto com o material apreendido, para a Delegacia de Polícia Civil de Monteiro, onde ficará à disposição da Justiça.

A Polícia Militar segue intensificando as ações de segurança e patrulhamento para coibir o tráfico de entorpecentes e demais crimes na região.

De Olho no Cariri

Com 11º Batalhão de Polícia Militar

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri