Vigilante de agência bancária é morto após troca de tiros em Campina Grande

Um vigilante de 33 anos morreu, na tarde desta terça-feira (17), após troca de tiros com bandidos em Campina Grande. O caso aconteceu em uma agência do Sicoob, localizada na Rua Epitácio Pessoa, no bairro do Centro.

A vítima foi atingida por bandidos que tentaram roubar um carro-forte. Na fuga, um dos bandidos teria sido baleado. O grupo teria abandonado o primeiro carro utilizado na ação ao lado da agência e roubaram outro veículo, que foi abandonado no bairro da Palmeira, também em Campina Grande.

O vigilante ainda não foi identificado. A Polícia Civil informou que segue investigando o caso para prender os assaltantes. A morte do vigilante foi confirmada pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), que prestou socorro a vítima dentro do Sicoob.

Com MaisPB

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri