Polícia Federal prende suspeito de distribuir cédulas falsas em cidade na Paraíba

A Polícia Federal prendeu, nesta quinta-feira (12), um suspeito de adquirir e distribuir cédulas falsas na cidade de Patos, Sertão da Paraíba.

A prisão aconteceu durante a Operação Fourrée 2, que tem como objetivo combater os crimes de moeda falsa, estelionato, falsidade ideológica, uso de documento falso, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

Segundo a PF, o investigado, que estava foragido, foi localizado e preso por policiais federais no município de Cabo de Santo Agostinho-PE.

Durante as investigações, os policiais identificaram indícios de que o investigado tinha adquirido e distribuído notas falsas no comércio local patoense, além de praticar diversos golpes com cartão de crédito, transferências via pix e até mesmo empréstimos fraudados por meio da criação de empresas fantasmas.

Segunda fase

Na primeira fase da operação, deflagrada em abril, a residência do suspeito havia sido alvo de um mandado de busca e apreensão, ocasião em que foram apreendidos cinco aparelhos celulares.

A polícia também identificou que investigado continuava a praticar diversos crimes, o que motivou o pedido de sua prisão preventiva, que foi deferido integralmente.

O investigado, que tem 28 anos de idade, já tem passagens por tráfico de drogas, porte ilegal de arma de fogo, porte de drogas para consumo pessoal, estelionato, entre outros, e passará agora por audiência de custódia e posterior encaminhamento ao presídio.

Origem do nome

A operação foi batizada de Fourrée, palavra francesa que significa “recheado” ou “folheado”, remontando às primeiras falsificações de dinheiro da história, que eram realizadas por meio da técnica de folheamento, em que o núcleo da moeda era preenchido com metal barato e apenas revestido com o metal precioso para se parecer com a sua contraparte verdadeira.

Portal Correio

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri