Prefeitura de Sumé paga incentivo aos produtores de leite de leite de cabra

A Prefeitura de Sumé está incentivando os produtores de leite de cabra do município que fazem parte da associação dos criadores de caprinos. Por meio do subsídio previsto na recém criada Lei Municipal n° 1.656/2025, aprovada pela Câmara e sancionada pelo prefeito Manezinho, o produtor já está recebendo R$ 0,25 (vinte e cinco centavos) por cada litro de leite de cabra produzido e entregue na usina de beneficiamento de leite local, a Agubel.

No mês de abril, 35 produtores receberam o incentivo. Foram entregues 15.449 litros de leite e a prefeitura repassou a quantia de R$ 3.874,75 para os produtores, conforme a produção de cada um.

Em maio, com 39 produtores, a entrega foi de 15.868 litros, cabendo à prefeitura repassar R$ 3.967,00.

Nos dois meses, desde que a Lei entrou em vigor, foram repassados R$ 7.841,75 (sete mil, oitocentos e quarenta e um reais e setenta e cinco centavos) como incentivo à produção de leite de cabra, cabendo a cada produtor receber R$ 0,25 por litro, de acordo com a produção.

O incentivo à produção de leite de cabra é uma política implantada pelo prefeito Manezinho em sua gestão, como forma de apoiar os pequenos produtores e associações do setor. Sumé é um dos maiores produtores de leite de cabra do País e a caprinocultura é uma importante fonte de renda para muitos produtores familiares.

Ascom PMS

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri